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Aula 10

Aula 16Circuitos de ComandoAula 15GradadoresAula 16Outra aplicao de gradadores;Compensao de reativo;Circuitos de comando.Compensador Esttico de Potncia Reativa

a - ngulo de disparob - ngulo de extino - ngulo de conduo- ngulo de meia conduo

Compensador Esttico de Potncia Reativa

Porm:Assim: Partindo da equao que descreve a forma de onda da corrente no tempo, para este tipo de carga, chega-se em:

Compensador Esttico de Potncia ReativaDeve-se ter em vista que:

Compensador Esttico de Potncia ReativaPara valores adequados de L e C e para um comando adequado, possvel controlar o fator de potncia da carga R1L1.

O controle pode ser automatizado. Desse modo, quando a indutncia de carga varia, mesmo com rapidez, o fator de potncia pode ser mantido igual a 1.

Comando

ComandoFunoEnviar aos gatilhos dos tiristores as correntes de disparo:formas e valores adequados;instantes bem determinados.

Coloc-los em conduo.

Comandos Vertical e Horizontal

VerticalDente de serraConstante na forma e nos valores;Sincronizada com a rede;Em fase com o ciclo positivo;A corrente produzida ao atingir a interseco da dente-de-serra com a tenso de comando (comparao).

Variao do ngulo

para 0 < VC < VM.

Comandos Vertical e Horizontal

HorizontalDente de serraConstante na forma e nos valores;Sincronizada com a rede;A corrente produzida no instante em que a dente-de-serra maior que zero.

A variao do ngulo ocorre com o deslocamento horizontal da dente-de-serra.Comandos Vertical e HorizontalComandoNos conversores industriaiscomando vertical praticamente o nico empregado.

O comando horizontal empregado nos sistemas simplescomo o controle de intensidade luminosa de pequenas potncias ou de velocidade de pequenos motores.

Comando

Organizao de um Circuito de Comando

Estgio de AtaqueAmplificar os sinais de comando oriundos dos estgios de sinais;Propiciar o isolamento adequado entre o comando e o tiristor;Atacar o tiristor com caractersticas de fonte de corrente e no como fonte de tenso;Impedir que uma tenso negativa seja aplicada na juno gatilho-catodo.

Estgio de Ataque

Sincronizao do Retificador de Meia Onda Monofsica

Durao dos Pulsos de GatilhoCarga puramente resistivapulso de corrente de gatilho com 10ms de durao suficiente;

Carga indutivaa corrente de gatilho deve ser mantidacorrente de nodo atinja o valor da corrente de reteno IL.Se a durao do pulso de corrente de gatilho no for suficiente, quando ela se anula o tiristor se bloqueia.

H casos particulares onde devem ser empregados pulsos de corrente longos em relao durao necessria para se disparar um nico tiristor.

Durao dos Pulsos de GatilhoSe No conduz

Mdulos de Comandos IntegradosReduo do volume dos circuitos de comando;

Aumento considervel na confiabilidade;

TCA785.

1 - Detetor de zero.2 - Memria de sincronizao.3 - Monitor de descarga.4 - Comparador de controle.5 - Transistor de descarga.6 - Unidade lgica.7 - Regulador interno de tenso.8 - Fonte controlada de corrente constante.

v5 tenso de sincronizao proveniente da rede.

v10 a rampa, disponvel no pino 10.O capacitor externo C10 carregado linearmente por uma fonte de corrente definida pelo resistor externo R9.

v15 e v14 so os sinais de sada, sincronizados com o ciclo positivo e negativo da tenso de sincronizao.

A largura desses pulsos alterada pelo capacitor externo C12.Quando o pino 12 aterrado a largura do pulso atinge 180o, ou seja, a largura igual a 180o - .

Para o comando de um Triac pode ser empregada a tenso v7 que uma combinao lgica dos sinais v14 e v15.

A tenso de alimentao ligada ao pino 16 e pode estar compreendida entre 8 e 18V.