Apresenta§£o para d©cimo segundo ano, aula 10

download Apresenta§£o para d©cimo segundo ano, aula 10

of 26

  • date post

    06-Jun-2015
  • Category

    Travel

  • view

    5.862
  • download

    8

Embed Size (px)

Transcript of Apresenta§£o para d©cimo segundo ano, aula 10

  • 1.

2. 3.

  • 1.1
  • a constatao de que no v mistrio nas coisas que leva o poeta a interrogar-se sobre o mistrio das co sas.

4.

  • 1.2
  • O poeta compara-se com dois elementos da Natureza, o delta do rio e o mega da rvore, ig alando-se-lhes, para apresentar a arg mentao que prova a s a tese b de no haver mistrio nas coisas. Afirma que a Natureza existe sem conhecer o se mistrio, logo ele no pode conhecer esse mistrio.

5.

  • 1.3
  • Ao contrrio do poeta, que acredita que a realidade (as coisas) apenas o que e no tem mistrio a desvendar, as outras pessoas pensam sobre as coisas, acreditam que elas so portadoras de algo mais para alm daq ilo que visvel e nos do a sentir.

6. 7.

  • 2.1A conj no porque o artic lador que estabelece a relao de ca sa entre a primeira e a seg nda estrofe.
  • 2.2O paradoxo, algo irnico, reafirma a total inexistncia de mistrio nas coisas.

8. 9.

  • 3.Na ltima estrofe, o poeta reafirma a tese provada ao longo do poema, como ma aprendizagem res ltante da experincia de vida cond zida pelos sentidos, a nica fonte do verdadeiro conhecimento.

10. 11.

  • [aspectos ideolgicos]
  • identificao com a nat reza
  • rec sa de m sentido para alm daquilo que a realidade nos d a ver e a sentir
  • primado do sentir sobre o pensar

12.

  • [aspectos formais]
  • simplicidade da ling agem
  • o pendor arg mentativo
  • liberdade estrfica e mtrica
  • tilizao do erso branco

13.

  • MEU H RRIO NA SALA DE ESTUD S TERAS, DASDAS 14.30 S 15.15, N CRE ( anexo verde-alface ).

14. 15.

  • 1.1
  • A que mais se aproxima a acepo1 .

16.

  • 1.2
  • Neste contexto uma explicao mais adequada seria aquele quetem o poder de controlar fenmenos da natureza como tempestades, troves...

17.

  • 1.3
  • Durante as horas em que os pais esto nos seus empregos (horas alis muito bem registadas num mega), o beb fica aos cuidados de uma ama (que, no troca os bs pelos vs).

18.

  • 1.4
  • O significado mais usual, actualmente, a acepo 4 que alis est de acordo com o sentido etimolgico da palavra (lat.amma , mam), pois a ama substitui a me na ausncia desta.

19.

  • 1.5
  • Todos os significados tm em comum a noo de poder, autoridade, controlo .

20.

  • Do(s) verbete(s) a seguir (doGrande Dicionrio Lngua Portuguesa , Porto Editora, 2004) transcreve as acepes de carreira que permitem ao detective fazer o trocadilho A tua carreira acabou.
  • 4. percurso profissional; 8. ligao estabelecida por transportes colectivos que obedece a itinerrio, horrio e tarifas pr-fixadas.

21.

  • O facto de carreira ter asnoveacepes que vemos no verbete significa que se trata de palavrapolissmica .

22.

  • O campo semntico de carreira corresponder a todos oscontextosque ficam implcitos nas vrias acepes e nesses mesmos significados.

23.

  • No se confunda campo semntico (conjunto de contextos em que a palavra surge e os significados que a apresenta) com campo lexical (conjunto de palavras que remetem para uma dada rea da realidade). Por exemplo, pista, investigar, testemunha, informador, disfarce, homicdio, interrogar, detective so palavras que pertencero ao campolexicalde detectives (ou de ' polcia ','conto policial ', etc.)

24. 25.

  • No poema da p. 181 (No me importo com as rimas), insere uma pequenaestrofe(3 a 5 versos) que no destoe do resto (que seja Caeiro , portanto).
  • v.__ ____________________
  • ____________________
  • ____________________
  • ____________________
  • ____________________

26.

  • TPC
  • Vai revendo as matrias (de gramtica ou sobre Fernando Pessoa) com que nos temos ocupado. Antes da prxima aula, procurarei dar notcias emGaveta de Nuvensacerca do que pretendo faam como trabalho grande para este perodo.