Uma não tão pequena introdução ao LaTeX 2E

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Uma não tão pequena introdução ao L A T E X2 ε Ou L A T E X2 ε em 137 minutos por Tobias Oetiker Hubert Partl, Irene Hyna e Elisabeth Schlegl Tradução portuguesa por Alberto Simões Versão 4.20.1, 18 de Setembro de 2007

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Transcript of Uma não tão pequena introdução ao LaTeX 2E

Uma no to pequena A introduo ao L TEX 2A Ou LTEX 2 em 137 minutos

por Tobias Oetiker Hubert Partl, Irene Hyna e Elisabeth Schlegl

Traduo portuguesa por Alberto Simes Verso 4.20.1, 18 de Setembro de 2007

iiDireitos de Cpia 1995-2006 por Tobias Oetiker e Colaboradores do LShort. Todos os direitos reservados. Este documento gratuito; pode redistribui-lo e/ou modic-lo dentro dos termos da Licena Pblica e Genrica GNU, tal como publicada pela Fundao do Software Livre, verso 2 da licena, ou (na sua opinio) qualquer verso mais recente. Este documento distribudo na esperana de que seja til mas SEM QUALQUER GARANTIA, nem mesmo a garantia implcita de ENQUADRAMENTO PARA UM FIM PARTICULAR. Veja a Licena Pblica e Genrica GNU para mais detalhes. Deve ter recebido uma cpia da Licena Pblica e Genrica GNU juntamente com este documento; caso contrrio, escreva para Free Software Foundation, Inc., 675 Mass Ave, Cambridge, MA 02139, USA.

Obrigado!Muito do material utilizado nesta introduo provm de uma introduo A austraca ao L TEX 2.09 escrita em alemo por: Hubert Partl Irene Hyna Zentraler Informatikdienst der Universitt fr Bodenkultur Wien Bundesministerium fr Wissenschaft und Forschung Wien

Elisabeth Schleglin Graz

Se est interessado no documento alemo, pode encontrar a verso acA tualizada para L TEX 2 por Jrg Knappen a partir de CTAN:/tex-archive/info/lshort/german

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Obrigado! As seguintes pessoas ajudaram com correces, sugestes e material para melhorar este documento. Colocaram grande empenho para me ajudar a colocar este documento na sua presente forma. Gostaria de agradecer sinceramente a todos eles. Naturalmente, todos os erros que encontrar neste livro so meus. Se encontrar alguma palavra que esteja escrita correctamente, deve ter sido uma das pessoas abaixo que me enviou essa linha.Rosemary Bailey, Marc Bevand, Friedemann Brauer, Jan Busa, Markus Brhwiler, Pietro Braione, David Carlisle, Jos Carlos Santos, Neil Carter, Mike Chapman, Pierre Chardaire, Christopher Chin, Carl Cerecke, Chris McCormack, Wim van Dam, Jan Dittberner, Michael John Downes, Matthias Dreier, David Dureisseix, Elliot, Hans Ehrbar, Daniel Flipo, David Frey, Hans Fugal, Robin Fairbairns, Jrg Fischer, Frank Fischli, Erik Frisk, Mic Milic Frederickx, Frank, Kasper B. Graversen, Arlo Griths, Alexandre Guimond, Cyril Goutte, Greg Gamble, Andy Goth, Neil Hammond, Rasmus Borup Hansen, Joseph Hilferty, Morten Hgholm, Bjrn Hvittfeldt, Martien Hulsen, Werner Icking, Jakob, Eric Jacoboni, Alan Jerey, Byron Jones, David Jones, Johannes-Maria Kaltenbach, Michael Koundouros, Andrzej Kawalec, Alain Kessi, Christian Kern, Tobias Klauser, Sander de Kievit, Kjetil Kjernsmo, Jrg Knappen, Flori Lambrechts, Axel Liljencrantz, Maik Lehradt, Rmi Letot, Johan Lundberg, Alexander Mai, Martin Maechler, Hendrik Maryns, Aleksandar S Milosevic, Henrik Mitsch, Claus Malten, Kevin Van Maren, Philipp Nagele, Richard Nagy, Lenimar Nunes de Andrade, Manuel Oetiker, Urs Oswald, Martin Pster, Demerson Andre Polli, Hubert Partl, Maksym Polyakov, Nikos Pothitos, John Reing, Mike Ressler, Brian Ripley, Young U. Ryu, Bernd Rosenlecher, Chris Rowley, Risto Saarelma, Gilles Schintgen, Hanspeter Schmid, Craig Schlenter, Baron Schwartz, Christopher Sawtell, Miles Spielberg, Georey Swindale, Laszlo Szathmary, Boris Tobotras, Josef Tkadlec, Scott Veirs, Didier Verna, Fabian Wernli, Carl-Gustav Werner, David Woodhouse, Chris York, Fritz Zaucker, Rick Zaccone, e Mikhail Zotov.

Adicionalmente, o tradutor agradece o contributo das seguintes pessoas:Jos Alves Castro, Rold Jnior, Jos Pedro Oliveira, Marcos Marado Torres, Paulo Rocha.

PrefcioA O L TEX [1] um sistema tipogrco, bastante adequado para produzir documentos cientcos e matemticos de grande qualidade tipogrca. O sistema igualmente adequado para produzir todo o tipo de outros docuA mentos, desde simples cartas at livros completos. O L TEX usa o TEX [2] como sistema de formatao. A Esta pequena introduo descreve o L TEX 2 , e deve ser suciente para A X. Consulte [1, 3] para uma desum grande nmero das aplicaes do L TE A crio completa do sistema L TEX. A O L TEX est disponvel para quase todos os computadores, desde o PC e Mac at grandes sistemas UNIX e VMS. Em muitas redes de computadores A de universitrios, ir descobrir que uma instalao do L TEX est disponvel e pronta a ser utilizada. Informaes sobre como aceder sua instalao local A do L TEX deve estar includa no Local Guide [4]. Se tiver problemas quando comear a trabalhar, pergunte pessoa que lhe deu este livro. O mbito A deste documento no explicar como instalar e preparar o L TEX, mas ensinar a escrever os seus documentos de forma a que possam ser processados A pelo L TEX.

Esta introduo est dividida em 6 captulos:A O Captulo 1 indica a estrutura bsica de um documento L TEX 2 . AprenA der tambm um pouco da histria do L TEX. Aps a leitura deste A captulo, dever ter uma ideia bsica do funcionamento do L TEX.

O Captulo 2 apresenta com algum detalhe como escrever um documento. Explica igualmente a maior parte dos comandos e ambientes essenciais A do L TEX. Aps a leitura deste captulo, estar pronto a escrever o seu primeiro documento.A O Captulo 3 explica como escrever frmulas com o L TEX. Mais uma vez, numerosos exemplos ajudaro a perceber como usar uma das maiores A potencialidades do L TEX. No nal deste captulo, encontrar tabelas A com listas de todos os smbolos matemticos disponveis em L TEX.

O Captulo 4 explica a gerao de ndices e bibliograas, incluso de grcos EPS, e algumas outras extenses teis.

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PrefcioA O Captulo 5 mostra como usar o L TEX para criar grcos. Em vez de desenhar uma imagem usando um qualquer programa grco, gravar o A desenho e incluir o cheiro no L TEX, pode descrever a gura de forma A a que o L TEX a desenhe.

O Captulo 6 contm alguma informao potencialmente perigosa sobre A como fazer alteraes aos formatos standard produzidos pelo L TEX. A Mostrar como modicar coisas de modo que o belo resultado do L TEX comece a car bastante mau. importante ler os captulos sequencialmenteanal o livro no assim to grande. Leia cuidadosamente os exemplos, porque grande parte da informao est contida nos vrios exemplos que vai encontrar ao longo do livro.A Se precisar de mais algum material relacionado com o L TEX visite o arquivo ftp ftp://www.ctan.org e os seus mirrors ociais volta do mundo. Encontrar outras referncias ao CTAN ao longo deste livro. Especialmente, apontadores para software e documentos que poder querer copiar para o seu computador. Em vez de escrever endereos completos, escreveremos apenas CTAN: seguido da localizao que deve visitar dentro da rvore do CTAN. A Se deseja instalar o L TEX para utilizao no seu computador, visite CTAN:/tex-archive/systems.

Se tiver ideias sobre alguma coisa que deva ser adicionada, alterada ou removida deste documento, por favor, avise-me. Estou interessado especialmente A em respostas dos que esto a aprender L TEX sobre quais as partes desta introduo fceis de compreender e quais as que devem ser explicadas melhor. Tobias Oetiker

Departamento de Tecnologia da Informao e Engenharia Electrotcnica, Instituto de Tecnologia Federal da Sua

A verso actual e original deste documento est disponvel em CTAN:/tex-archive/info/lshort A verso portuguesa est disponvel em http://alfarrabio.di.uminho.pt/ albie/lshort. Traduo por Alberto Simes ([email protected]) Departamento de Informtica da Universidade do Minho

ContedoObrigado! Prefcio 1 Coisas Que Precisa de Saber 1.1 O Nome do Jogo . . . . . . . . . . . . . 1.1.1 TEX . . . . . . . . . . . . . . . . A 1.1.2 L TEX . . . . . . . . . . . . . . . 1.2 Bases . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.2.1 Autor, Paginadores e Tipgrafo . 1.2.2 Desenho do Formato . . . . . . . 1.2.3 Vantagens e Desvantagens . . . . A 1.3 Ficheiros L TEX . . . . . . . . . . . . . . 1.3.1 Espaos . . . . . . . . . . . . . . 1.3.2 Caracteres Especiais . . . . . . . A 1.3.3 Comandos L TEX . . . . . . . . . 1.3.4 Comentrios . . . . . . . . . . . 1.4 Estrutura do Ficheiro . . . . . . . . . . 1.5 Uma Sesso de Edio Tpica . . . . . . 1.6 O Formato do Documento . . . . . . . . 1.6.1 Classes de Documentos . . . . . 1.6.2 Pacotes . . . . . . . . . . . . . . 1.7 Ficheiros que provavelmente encontrar 1.7.1 Estilo de Pginas . . . . . . . . . 1.8 Grandes Projectos . . . . . . . . . . . . 2 Escrever Texto 2.1 A Estrutura de um Texto . . . . . . . . 2.2 Quebras de Linha e Quebras de Pgina . 2.2.1 Pargrafos Justicados . . . . . . 2.2.2 Hifenizao . . . . . . . . . . . . 2.3 Texto j Feito . . . . . . . . . . . . . . . 2.4 Smbolos e Caracteres Especiais . . . . . iii v 1 1 1 2 2 2 3 3 4 4 5 5 6 7 9 10 10 12 12 14 15 17 17 19 19 20 22 22

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viii 2.4.1 Aspas . . . . . . . . . . . . . . 2.4.2 Traos e Hfens . . . . . . . . . 2.4.3 Til () . . . . . . . . . . . . . 2.4.4 Smbolo de Graus () . . . . . 2.4.5 Smbolo de Euro (e) . . . . . . 2.4.6 Reticncias (. . . ) . . . . . . . . 2.4.7 Ligaes . . . . . . . . . . . . . 2.4.8 Caracteres Especiais e Acentos Suporte de Lnguas Internacionais . . 2.5.1 Suporte para Alemo . . . . . 2.5.2 Suporte para Portugus . . . . 2.5.3 Suporte para Francs . . . . . 2.5.4 Suporte para Coreano . . . . . 2.5.5 Suporte para Grego . . . . . . 2.5.6 Suporte para Cirlico . . . . . . O Espao entre Palavras . . . . . . . . Ttulos, Captulos e Seces . . . . . . Referncias Cruzadas . . . . . . . . . . Notas de Rodap . . . . . . . . . . . . Palavras Realadas . . . . . . . . . . . Ambientes . . . . . . . . . . . . . . . . 2.11.1 Indicar, Enumerar, e Descrever 2.11.2 Esquerda, Direita e Centro . . 2.11.3 Citaes e Versos . . . . . . . . 2.11.4 Resumo . . . . . . . . . . . . . 2.11.5 Tal & Qual . . . . . . . . . . . 2.11.6 Tabelas . . . . . . . . . . . . . Corpos Flutuantes . . . . . . . . . . . Protegendo Comandos Frgeis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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2.5

2.6 2.7 2.8 2.9 2.10 2.11

2.12 2.13

3 Frmulas Matemticas 3.1 Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2 Agrupar em Modo Matemtico . . . . . . . . 3.3 Construindo Blocos de Frmulas Matemticas 3.4 Espaamento Matemtico . . . . . . . . . . . 3.5 Material Alinhado Verticalmente . . . . . . . 3.6 Fantasmas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.7 Tamanho da Matemtica . . . . . . . . . . . 3.8 Teoremas, Leis, . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.9 Smbolos Gordos . . . . . . . . . . . . . . . . 3.10 Lista de Smbolos Matemticos . . . . . . . .

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CONTEDO 4 Especialidades 4.1 Incluindo Grcos Encapsulated PostScript 4.2 Bibliograa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3 Indexar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.4 Cabealhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.5 O Pacote Verbatim . . . . . . . . . . . . . . . A 4.6 Instalando Pacotes ExtraL TEX . . . . . . . . A X . . . . . . . . . . . . . . . . 4.7 Usar o pdfL TE 4.7.1 Documentos PDF para a Internet . . . 4.7.2 Os tipos de letra . . . . . . . . . . . . 4.7.3 Uso de Grcos . . . . . . . . . . . . . 4.7.4 Ligaes de Hipertexto . . . . . . . . . 4.7.5 Problemas com Ligaes . . . . . . . . 4.7.6 Problemas com Bookmarks . . . . . . 4.8 Criar Apresentaes . . . . . . . . . . . . . . 71 71 73 74 76 77 77 78 79 80 82 83 85 86 88 91 91 92 92 93 94 95 96 96 97 98 99 100 101 101

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5 Produo de Grcos Matemticos 5.1 Introduo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2 O ambiente picture . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.1 Comandos Bsicos . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.2 Segmentos de Recta . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.3 Setas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.4 Crculos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.5 Textos e Formulas . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.6 \multiput e \linethickness . . . . . . . . . . . 5.2.7 Ovais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.8 Mltiplos usos de caixas de imagem pr-denidas 5.2.9 Curvas de Bzier Quadrticas . . . . . . . . . . . 5.2.10 Parbolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2.11 Rapidamente a teoria da Relatividade . . . . . . 5.3 X -pic . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . YA 6 Congurar o L TEX 6.1 Novos Comandos, Ambientes e Pacotes 6.1.1 Novos Comandos . . . . . . . . 6.1.2 Novos Ambientes . . . . . . . . 6.1.3 Expao Extra . . . . . . . . . . A 6.1.4 A linha de comando do L TEX . 6.1.5 O Seu Prprio Pacote . . . . . 6.2 Letras e Tamanhos . . . . . . . . . . . 6.2.1 Tipos de letra . . . . . . . . . . 6.2.2 Perigo, Will Robinson, Perigo . 6.2.3 Aviso . . . . . . . . . . . . . . 6.3 Espaamento . . . . . . . . . . . . . .

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x 6.3.1 Espao entre linhas . . . . . . . 6.3.2 Formatao de Pargrafos . . . 6.3.3 Espao Horizontal . . . . . . . 6.3.4 Espao Vertical . . . . . . . . . Formato da Pgina . . . . . . . . . . . Mais divertimento com comprimentos Caixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . Rguas e Estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

CONTEDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 114 114 115 116 118 119 121 123 125

6.4 6.5 6.6 6.7

Bibliograa ndice

Lista de Figuras1.1 1.2 4.1 4.2 6.1 6.2A Um cheiro L TEX mnimo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Exemplo de um Artigo Real. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

8 8 76 89

Exemplo de congurao do fancyhdr. . . . . . . . . . . . . . Exemplo de cdigo para a classe beamer. . . . . . . . . . . . .

Pacote de Exemplo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109 Parmetros do Formato de Pgina. . . . . . . . . . . . . . . . 117

Lista de Tabelas1.1 1.2 1.3 1.4 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15 3.16 3.17 3.18 4.1 Classes de Documentos. . . . . . . . . . . . . Opes das Classes de Documentos. . . . . . A Alguns Pacotes Distribudos com o L TEX. . . A Os Estilos de Pginas Pr-denidos no L TEX. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 11 13 15 24 25 28 30 33 34 35 46 63 63 64 64 65 65 65 66 66 66 66 66 67 68 69 69 70 70 72

Um saco cheio de smbolos de Euro . . . . . . . Caracteres especiais e Acentos. . . . . . . . . . Caracteres especiais alemes. . . . . . . . . . . Comandos especiais para Francs. . . . . . . . . Prembulo para documentos em Grego. . . . . Caracteres Especiais Gregos. . . . . . . . . . . Bulgaro, Russo, e Ucraniano . . . . . . . . . . . Permisses de Colocao de Corpos Flutuantes. Acentos Matemticos. . . . . . . . . . . Letras Gregas. . . . . . . . . . . . . . . Relaes Binrias. . . . . . . . . . . . . Operadores Binrios. . . . . . . . . . . . Operadores GRANDES. . . . . . . . . . Setas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Delimitadores. . . . . . . . . . . . . . . Grandes Delimitadores. . . . . . . . . . Smbolos Sortidos. . . . . . . . . . . . . Smbolos no Matemticos. . . . . . . . Delimitadores AMS. . . . . . . . . . . . Letras AMS gregas e hebraicas. . . . . . Relaes Binrias AMS. . . . . . . . . . Setas AMS. . . . . . . . . . . . . . . . . Relaes Binrias Negadas e Setas AMS. Operadores Binrios AMS. . . . . . . . AMS Sortidos. . . . . . . . . . . . . . . Alfabeto Matemtico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Nomes das Chaves para o Pacote graphicx. . . . . . . . . . . .

xiv 4.2 6.1 6.2 6.3 6.4 6.5

LISTA DE TABELAS Exemplos da Sintaxe das Chaves de Indexao. . . . . . . . . Letras. . . . . . . . . . . Tamanho de Letra. . . . Tamanhos Absolutos nas Letras Matemticas. . . Unidades do TEX. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Classes Padro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 110 110 111 111 116

Captulo 1

Coisas Que Precisa de SaberNa primeira parte deste captulo, ser apresentada uma viso geral sobre a A losoa e histria do LTEX 2 . A segunda parte foca as estruturas bsicas de A um documento LTEX. Depois de ler este captulo, ter uma ideia geral de como A X funciona. O seu principal objectivo ajudar a integrar toda a informao o LTE que dada nos captulos seguintes.

1.11.1.1

O Nome do JogoTEX

O TEX um programa de computador criado por Donald E. Knuth [2]. devoto tipograa de texto e frmulas matemticas. O motor tipogrco comeou a ser escrito em 1977 para explorar os potenciais de equipamento digital de impresso que estava a inltrar na indstria de publicao naquele tempo, especialmente na esperana de poder alterar o rumo da deteriorao de qualidade tipogrca que ele viu a afectar os seus prprios livros e artigos. Tal como o usamos hoje, o TEX foi disponibilizado em 1982 com pequenos melhoramentos adicionados em 1989 para suportar da melhor forma os caracteres de 8-bits, e mltiplas linguagens. Tem recebido muitos elogios por ser extremamente estvel, funcionar em muitos tipos diferentes de computadores, e virtualmente no ter qualquer bug. A verso do TEX est a convergir para e de momento 3.141592. Pronunciamos TEX como Tech, com um ch idntico palavra alem Ach1 ou escocesa Loch. O ch teve origem no alfabeto grego onde o X a letra ch ou chi. TEX tambm a primeira slaba da palavra gregaEm alemo existem na verdade duas formas de pronunciar ch e devemos assumir que a forma mais macia como se usa para Pech a mais apropriada. Depois de algum perguntar ao Knuth sobre isto, ele escreveu na Wikipedia alem: Eu no co zangado quando as pessoas pronunciam TEX da sua forma favorita. . . e em alemo muitos usam uma forma leve de ch porque o X segue a vogal e, e no a forma bruca que segue a vogal a. Na Russia, tex uma palavra muito comum, pronunciada tyekh. Mas acredito que a1

2

Coisas Que Precisa de Saber texnologia (tecnologia). Em ambientes ASCII, TEX deve ser escrito como TeX.

1.1.2

A L TEX

A O L TEX um pacote de comandos (macros que permitem que formatos predenidos, de grandssima qualidade tipogrca, sejam impressos por qualquer autor. Foi escrito originalmente por Leslie Lamport [1]. Na verdade, no mais do que um conjunto de comandos simplicados sobre o TEX A original. Ultimamente, o L TEX mantido por Frank Mittelbach. A A L TEX pronunciado Lay-tech ou Lah-tech. Se se referir ao L TEX A X 2 pronunciado Laynum ambiente ASCII, deve escrever LaTeX. L TE tech two e e escrito LaTeX2e.

1.21.2.1

BasesAutor, Paginadores e Tipgrafo

Para publicar alguma coisa, os autores do um manuscrito dactilografado companhia de publicao. Um dos seus paginadores decide o formato do documento (largura da coluna, tipos de letra, espaos antes e aps os cabealhos, . . . ). Este escreve as suas instrues no manuscrito, que entregue ao tipgrafo que imprime o livro de acordo com estas instrues. Um paginador humano tenta imaginar o que o autor tinha em mente enquanto escrevia o manuscrito. Tem de decidir os cabealhos de captulos, exemplos, frmulas, etc. baseado nos seus conhecimentos prossionais e no contedo do manuscrito. A A Num ambiente L TEX, o paginador o L TEX, que usa o TEX como seu A X apenas um programa e portanto precisa de algum tipgrafo. Mas o L TE apoio. O autor tem de dar informao adicional descrevendo a estrutura lgica do seu trabalho. Esta informao escrita no texto como comandos A L TEX. Esta uma grande diferena da abordagem WYSIWYG2 que a maior parte dos processadores de texto modernos, tais como o MS Word ou Corel WordPerfect, usam. Com estas aplicaes, os autores especicam o formato do documento de uma forma interactiva enquanto vo escrevendo o texto no computador. Durante esse processo, podem ver no cran como o resultado nal vai aparecer quando impresso. A Ao usar o L TEX, normalmente no possvel ver o resultado nal enquanto se digita o texto. No entanto, o resultado nal pode ser pr-visualizadoforma mais correcta de pronunciar ouvida na Grcia, onde existe a forma mais spera de ch como ach e Loch. 2 What you see is what you get O que vs o que recebes.

1.2 BasesA no cran depois de processar o cheiro com o L TEX. Ento, podem ser feitas correces para enviar posteriormente o documento para a impressora.

3

1.2.2

Desenho do Formato

O desenho relacionado com a tipograa bastante trabalhoso. Autores no qualicados cometem frequentemente erros srios de formatao assumindo que o desenho de livros , na sua maior parte, uma questo esttica Se um documento artisticamente bonito, ento est bem desenhado. Mas, como um documento tem de ler lido e no pendurado numa galeria de pinturas, a leitura e compreenso de muito maior importncia do que a sua forma. Exemplos: O tamanho e a numerao dos cabealhos devem ser escolhidos para fazer a estrutura de captulos e seces clara ao leitor. O comprimento das linhas tem de ser sucientemente curto para no fazer o leitor trocar os olhos, mas sucientemente longo para preencher uma pgina de uma forma esteticamente bela. Com sistemas WYSIWYG, os autores criam documentos esteticamente agradveis sem estrutura, ou em que esta se apresenta de uma forma inconA sistente. O L TEX previne este tipo de erros de formatao ao obrigar os autores a declarar a estrutura lgica do seu documento, escolhendo depois o formato mais adequado.

1.2.3

Vantagens e Desvantagens

Quando as pessoas do mundo WYSIWYG conhecem pessoas que usam A A L TEX, frequentemente discutem as vantagens do L TEX em relao a um processador de texto normal ou o contrrio. A melhor coisa que se pode fazer quando uma discusso inicia manter a calma, porque este tipo de discusses saem facilmente dos limites. Mas por vezes no se pode escapar. . .A Ento, aqui esto algumas munies. As principais vantagens do L TEX sobre um processador de texto normal so as seguintes:

Formatos criados prossionalmente esto disponveis, que fazem com que um documento parea realmente impresso numa tipograa; A escrita de frmulas matemticas suportada de uma forma conveniente; O utilizador apenas precisa de aprender uma dzia de comandos facilmente compreensveis que especicam a estrutura lgica de um documento. Quase nunca se precisa de atormentar com o formato real do documento;

4

Coisas Que Precisa de Saber At estruturas complexas, tais como notas de rodap, referncias, tabelas de contedos e bibliograas podem ser facilmente geradas; Pacotes gratuitos podem ser aplicados a tarefas tipogrcas no suA portadas pelo L TEX bsico. Por exemplo, existem pacotes para incluir grcos PostScript e para imprimir bibliograas conforme os A standards. Muitos destes pacotes esto descritos no The L TEX Companion [3];A O L TEX encoraja os autores a escrever textos bem estruturados porque A assim que o L TEX funciona especicando a estrutura; A TEX, o motor de formatao do L TEX 2 , extremamente portvel e livre. Desta forma, o sistema funciona em quase todas as plataformas de hardware existentes.

A O L TEX tambm tem algumas desvantagens, e penso que um pouco difcil para mim encontrar alguma, mas parece-me que outras pessoas podem indicar centenas ;-) A L TEX no funciona bem para pessoas que tenham vendido a sua alma. . .

Apesar de alguns parmetros poderem ser ajustados num formato prdenido, o desenho de todo um novo formato difcil e demora muito tempo 3 difcil de escrever documentos mal estruturados e desorganizados; Embora o seu hamster demonstre alguma dedicao durante os primeiros passos, nunca conseguir digerir completamente o conceito de marcao lgica.

1.3

A Ficheiros LTEX

A Os cheiros L TEX so cheiros de texto ASCII planos. Pode cri-los em qualquer editor de texto; o cheiro contm o texto do documento assim A como os comandos que dizem ao L TEX como formatar o texto.

1.3.1

Espaos

Caracteres brancos como espaos ou caracteres de tabulao (tabs) so A tratados uniformemente como espaos pelo L TEX. Caracteres brancos consecutivos so tratados como um espao. Os espaos no incio de uma3 A Rumores dizem que este um dos pontos chave a ser abordado na verso 3 do L TEX.

A 1.3 Ficheiros L TEX

5

linha so geralmente ignorados, e uma simples mudana de linha tratada da mesma forma que um espao. Uma linha em branco entre duas linhas de texto dene o m de um pargrafo. Vrias linhas vazias so tratadas da mesma forma que uma linha vazia. O texto que se segue um exemplo. Do lado esquerdo apresentase o texto do cheiro a escrever, e do lado direito o resultado depois de processado.No interessa se introduz apenas um ou vrios espaos depois de uma palavra. Uma linha em branco inicia um novo pargrafo. No interessa se introduz apenas um ou vrios espaos depois de uma palavra. Uma linha em branco inicia um novo pargrafo.

1.3.2

Caracteres Especiais

Os smbolos que se seguem so caracteres reservados que ou tm um signiA cado especial para o L TEX ou no esto disponveis em todos os tipos de letras. Se os introduzir directamente no seu texto, no sero impressos, mas A causaro o L TEX a fazer coisas que no deseja. # $ % ^ & _ { } ~ \

Como ir ver, estes caracteres podem ser utilizados nos seus documentos todos da mesma forma, adicionando uma barra invertida como prexo:\$ \& \% \# \_ \{ \} $&%#_{}

Outros smbolos e muitos mais podem ser impressos com comandos especiais em frmulas matemticas ou como acentos. O caracter de barra invertida (\) no deve ser introduzido adicionando uma outra barra antes (\\), porque esta sequncia utilizada para quebrar linhas de texto.4

1.3.3

A Comandos L TEX

A Os comandos L TEX so sensveis s maisculas/minsculas, e tm um de dois formatos:

Comeam com um backslash5 (\) e tm um nome que consiste apenas de letras. Os nomes de comandos terminam com um espao, um nmero ou qualquer outro smbolo no-letra.4 5

Tente o comando $\backslash$ em vez da dupla barra, que produz um \. NT: a partir de agora utilizaremos o termo ingls em vez de barra invertida

6

Coisas Que Precisa de Saber Consistem num backslash e exactamente um caracter no letra.A O L TEX ignora espaos em branco aps os comandos. Se deseja um espao depois de um comando, deve colocar {} e um caracter especial, ou um comando de espaamento especial depois do nome do comando. O {} faz A com que o L TEX pare de comer todos os espaos aps o nome do comando.

Li que o Knuth divide as pessoas que trabalham com o \TeX{} em \TeX{}nicos e \TeX pertos.\\ Hoje \today.

Li que o Knuth divide as pessoas que trabalham com o TEX em TEXnicos e TEXpertos. Hoje 18 de Setembro de 2007.

Alguns comandos precisam de um parmetro que deve ser introduzido entre chavetas ({}) depois do nome do comando. Outros suportam parmetros opcionais que so adicionados depois do nome do comando entre parntesis rectos ([]). Os exemplos seguintes utilizam alguns comandos A L TEX. No se preocupe com eles, pois sero explicados mais tarde.Pode \textsl{apoiar-se} em mim! Pode apoiar-se em mim!

Por favor, comece uma nova linha exactamente aqui!\newline Obrigado!

Por favor, comece uma nova linha exactamente aqui! Obrigado!

1.3.4

Comentrios

A Quando o L TEX encontra um caracter % ao processar o cheiro, ignora todo o resto dessa linha, a mudana de linha e todos os espaos no incio da linha seguinte. Pode ser utilizado para escrever notas nos cheiros de cdigo, que no aparecero nas verses impressas.

Este um % estpido % Melhor: instrutivo para as aspas direitas Francesas (parece-se com > >).

maiscula e pequenas letras dos alfabetos Russo e Ucranianos (a que for a lngua activa no documento). A opo para Bulgaro do babel providenciar o comando \enumBul e \enumLat (\enumEng), que fazem o \Alph e \alph produzir letras dos alfabetos Bulgaro ou Latinos. O comportamento por omisso do \Alph e \alph para a lngua Bulgara produzir letras do alfabeto Bulgaro.

2.6

O Espao entre Palavras

A Para obter no resultado uma margem direita alinhada, o L TEX insere vrias quantidades de espao entre palavras. Insere um pouco mais de espao no A m das frases, visto que faz o texto car mais legvel. O L TEX assume que as frases acabam com pontos nais, de interrogao ou de exclamao. Se o ponto nal seguir uma letra maiscula, esta no tomada como um m de frase, visto que pontos aps letras maisculas ocorrem, normalmente, em abreviaturas. Alguma excepo a estas regras deve ser especicada pelo autor do documento. Um backslash antes de um espao gera um espao que no ser alargado. Um til ~ gera um espao que no pode ser alargado e que, adicionalmente, probe uma mudana de linha na respectiva posio. O comando \@ antes de um ponto especica que esse ponto termina uma frase, mesmo que se lhe siga uma letra maiscula.

36

Escrever Texto

O Sr~Smith estava contente de a ver\\O Sr Smith estava contente de a ver conforma a fig.~5\\ conforma a g. 5 Eu gosto de BASIC\@. E tu? Eu gosto de BASIC. E tu?

O espao adicional aps pontos pode ser desactivado com o comando\frenchspacingA que diz ao L TEX para no inserir mais espao depois de ponto do que em relao a qualquer outro caracter. Isto muito comum em lnguas no inglesas, excepto em bibliograas. Se usar \frenchspacing, o comando \@ no necessrio.

2.7

Ttulos, Captulos e Seces

Para ajudar o leitor a encontrar a linha de leitura ao longo do documento, A deve dividi-lo em captulos, seces e subseces. O L TEX permite que se faa isto com comandos especiais que tomam o ttulo como seu argumento. Agora, consigo que os use na ordem correcta. Os comandos de diviso do texto que esto disponveis para a classe article so:\section{...} \subsection{...} \subsubsection{...} \paragraph{...} \subparagraph{...}

Quando precisa de dividir o seu documento em partes sem inuenciar a numerao de seces ou captulos pode usar\part{...}

Se estiver a trabalhar com as classes report ou book, um comando adicional para seccionar ao nvel de topo, torna-se disponvel\chapter{...}

Como a classe article no sabe nada acerca de captulos, torna-se muito fcil adicionar artigos como captulos num livro. O espaamento entre seces, a numerao e o tamanho de letra dos ttulos sero colocados automaA ticamente pelo L TEX.

2.7 Ttulos, Captulos e Seces Dois destes comandos so ligeiramente especiais: O comando \part no inuencia a numerao de sequncia dos captulos; O comando \appendix no leva nenhum argumento. Apenas muda a numerao de captulos para letras.15A O L TEX cria um tabela de contedos pegando nos ttulos de seco e no nmero de pgina do ltimo ciclo de compilao do documento. O comando

37

\tableofcontents

expande-se para uma tabela de contedos no stio onde for invocado. Um A novo documento deve ser compilado (L TEXado) duas vezes para obter uma tabela de contedos correcta. Algumas vezes, pode ser necessrio compilar A o documento uma terceira vez. O L TEX avisar quando isto for necessrio. Todos os comandos listados acima tambm existem em verses estreladas. Uma verso estrelada do comando construda adicionando uma estrela * aps o nome do comando. Estas verses geram ttulos que no aparecero na tabela de contedos e que no sero numerados. O comando \section{Ajuda}, por exemplo, pode passar a \section*{Ajuda}. Normalmente, o ttulo da seco aparecer na tabela de contedos exactamente como introduziu no texto. Algumas vezes isto no possvel por o ttulo ser demasiado grande e a tabela de contedos no car legvel. Ento, a entrada que aparecer na tabela de contedos pode ser especicada como um argumento opcional antes do verdadeiro ttulo. \chapter[Ttulo pequeno para a tabela de contedos]{Um ttulo grande e especialmente aborrecido, que aparece na pgina propriamente dita.} O ttulo do documento como um todo gerado invocando o comando\maketitle

Os contedos do ttulo tm de ser denidos pelos comandos\title{...}, \author{...} e opcionalmente \date{...}

antes de chamar o \maketitle. No argumento de \author, pode escrever vrios nomes separados pelo comando \and.15

Para o estilo article, muda a numerao de seces.

38

Escrever Texto Um exemplo de alguns dos comandos mencionados acima pode ser encontrado na gura 1.2 da pgina 8. A Para alm destes comandos, o L TEX 2 introduziu quatro comandos adicionais para serem utilizados na classe book. So teis para dividir a publicao. Estes, alteram os cabealhos de captulo e numerao de pgina para funcionar da forma esperada para a publicao de um livro: \frontmatter deve ser o primeiro comando aps o incio do corpo do documento (\begin{document}). Ir mudar a numerao de pgina para numerais romanos e as seces no sero numeradas, tal como se usasse a verso estrelada nos comandos de seco (exemplo \chapter*{Prefcio}) mas as seces continuaro a aparecer no ndice de contedos. no os numere. \mainmatter aparece exactamente antes do primeiro captulo do livro. Muda a numerao para numerais rabes e coloca o contador de pgina a zero. \appendix marca o incio de material adicional no seu livro. Depois deste comando os captulos sero numerados com letras. \backmatter deve ser inserido antes dos ltimos itens do seu livro como sejam a bibliograa e o ndice. Nas classes de documento padro no tem qualquer efeito visual.

2.8

Referncias Cruzadas

Em livros, relatrios e artigos, existem frequentemente referncias cruzadas A para guras, tabelas e segmentos especiais de texto. O L TEX providencia os seguintes comandos para realizar referncias cruzadas:\label{marca}, \ref{marca} e \pageref{marca}A onde marca um identicador escolhido pelo utilizador. O L TEX substitu \ref pelo nmero da seco, subseco, gura, tabela ou teorema aps o respectivo comando \label foi invocado. O \pageref imprime o nmero da pgina onde o comando \label ocorreu.16 Tal como os ttulos de seces, os nmeros utilizados so os da compilao anterior.

Uma referncia para esta subseco \label{sec:esta} aparece como: ver seco~\ref{sec:esta} na pgina~\pageref{sec:esta}.16

Uma referncia para esta subseco aparece como: ver seco 2.8 na pgina 38.

Note que estes comandos no sabem a que que se referem. O \label apenas grava o ltimo nmero gerado.

2.9 Notas de Rodap

39

2.9

Notas de Rodap

Com o comando\footnote{texto na nota de rodap}

impressa uma nota de rodap no fundo da pgina actual. Estas notas devem ser postas17 aps a palavra qual a frase se refere. Notas de rodap que se referem a frases ou partes delas, devem ser colocadas aps a vrgula ou ponto. 18As notas de rodapa so muito usadas por A utilizadores L TEX.a

As notas de rodap\footnote{Isto uma nova de rodap.} so muito usadas por utilizadores \LaTeX.

Isto uma nova de rodap.

2.10

Palavras Realadas

Se um texto escrito utilizando uma mquina de escrever, as palavras importantes so salientadas sublinhado-as.\underline{texto}

Em livros impressos, no entanto, as palavras so realadas escrevendo-as A em itlico. O L TEX tem o comando\emph{texto}

que salienta o texto. O que o comando faz, na verdade, depende do seu contexto:\emph{Se utilizar este comando dentro de um bocado de texto realado, ento o \LaTeX{} usa o tipo de letra \emph{normal} para salientar.} Se utilizar este comando dentro de um boA cado de texto realado, ento o L TEX usa o tipo de letra normal para salientar.

A Note a diferena entre dizer ao L TEX para salientar alguma coisa e dizer-lhe para usar um tipo de letra diferente:

postas pode ser uma forma do verbo pr ou apenas bocados de peixe. Note que as notas de rodap so distraces para o leitor que o desviam do corpo principal do seu documento. Anal, toda a gente l as notas de rodap, somos uma espcie curiosa. Portanto, porque no integrar tudo o que quer dizer no corpo do documento?19 19 Uma carta no vai necessariamente para onde est endereada :-).18

17

40\textit{Pode tambm \emph{salientar} texto se ele est em itlico,} \textsf{num tipo de letra \emph{sans-serif},} \texttt{ou num estilo \emph{mquina} de escrever.}

Escrever Texto

Pode tambm salientar texto se ele est em itlico, num tipo de letra sans-serif, ou num estilo mquina de escrever.

2.11

Ambientestexto \end{ambiente}

\begin{ambiente}

Onde ambiente o nome do ambiente. Os ambientes podem ser chamados vrias vezes uns dentro dos outros desde que a ordem de chamada seja mantida. \begin{aaa}...\begin{bbb}...\end{bbb}...\end{aaa} Nas seces seguintes, todos os ambientes importantes sero explicados.

2.11.1

Indicar, Enumerar, e Descrever

O ambiente itemize til para listas simples, o enumerate para listas enumeradas e o description para descries.\flushleft \begin{enumerate} \item Pode misturar ambientes de listas conforme o seu gosto: \begin{itemize} \item Mas pode comear a parecer muito pattico. \item[-] Com um hfen, \end{itemize} \item Portanto, lembre-se: algo\ldots \begin{description} \item[Estpido] no se transformar em algo inteligente ao ser listado. \item[Interessante] pode ser apresentado lindamente numa lista. \end{description} \end{enumerate}

1. Pode misturar ambientes de listas conforme o seu gosto: Mas pode comear a parecer muito pattico. - Com um hfen, 2. Portanto, lembre-se: algo. . . Estpido no se transformar em algo inteligente ao ser listado. Interessante pode ser apresentado lindamente numa lista.

2.11 Ambientes

41

2.11.2

Esquerda, Direita e Centro

Dois ambientes, flushleft e flushright geram pargrafos que esto alinhados esquerda ou direita. O ambiente center gera texto centrado. A Se no colocar \\ para indicar as quebras de linha, o L TEX ir determinar automaticamente onde elas devem ocorrer.\begin{flushleft} Este texto est\\ alinhado esquerda. O \LaTeX{} no est a tentar fazer cada linha do mesmo tamanho. \end{flushleft} Este texto est A alinhado esquerda. O L TEX no est a tentar fazer cada linha do mesmo tamanho.

\begin{flushright} Este um texto alinhado\\ direita. O \LaTeX{} no est a tentar fazer cada linha do mesmo comprimento. \end{flushright}

Este um texto alinhado A direita. O L TEX no est a tentar fazer cada linha do mesmo comprimento.

\begin{center} No centro\\da terra \end{center}

No centro da terra

2.11.3

Citaes e Versos

O ambiente quote til para citaes, frases importantes e exemplos.Uma regra tipogrfica para o comprimento de uma linha : \begin{quote} Em mdia, nenhuma linha dever exceder 66~caracteres. por isto que as pginas \LaTeX{} tm margens to grandes. \end{quote} Por isso que a impresso em vrias colunas utilizada em jornais. Uma regra tipogrca para o comprimento de uma linha : Em mdia, nenhuma linha dever exceder 66 caracteres. por isto que as pginas A L TEX tm margens to grandes. Por isso que a impresso em vrias colunas utilizada em jornais.

Existem dois ambientes muito semelhantes: o quotation e o verse. O primeiro til para citaes longas que so constitudas por vrios pargrafos, porque os ir indentar. O ambiente verse til para poemas onde as

42

Escrever Texto mudanas de linha so importantes. As linhas so separadas enviando um \\ no m de uma linha e uma linha em branco aps cada verso.

S conheo um poema em ingls. sobre Humpty Dumpty. \begin{flushleft} \begin{verse} Humpty Dumpty sat on a wall:\\ Humpty Dumpty had a great fall.\\ All the Kings horses and all the Kings men\\ Couldnt put Humpty together again. \end{verse} \end{flushleft}

S conheo um poema em ingls. sobre Humpty Dumpty. Humpty Dumpty sat on a wall: Humpty Dumpty had a great fall. All the Kings horses and all the Kings men Couldnt put Humpty together again.

2.11.4

Resumo

Em publicaes cientcas habitual iniciar com um resumo que d ao leitor A uma viso rpida do que o espera. O L TEX dispe do ambiente abstract para esta nalidade. Normalmente este ambiente usado em documentos escritos com a classe article de documentos.\begin{abstract} O resumo do resumo. \end{abstract}

O resumo do resumo.

2.11.5

Tal & Qual

Os textos escritos entre \begin{verbatim} e \end{verbatim} sero passados directamente para o cheiro de resultado, como se o tivesse escrito numa mquina de escrever, com todas as quebras de linha e espaos, sem A que qualquer comando L TEX seja executado. Dentro de um pargrafo, um comportamento idntico pode ser conseguido com\verb+texto+

O sinal + apenas um exemplo de um delimitador. Pode utilizar qualquer A caracter excepto letras, *, ou um espao. A maior parte dos exemplos L TEX so escritos com este comando.

2.11 AmbientesO comando \verb|\ldots| \ldots O comando \ldots . . . \begin{verbatim} 10 PRINT "HELLO WORLD "; 20 GOTO 10 \end{verbatim} 10 PRINT "HELLO WORLD "; 20 GOTO 10

43

\begin{verbatim*} A verso estrelada do ambiente verbatim assinala os espaos que aparecem no texto \end{verbatim*}

A verso estrelada do ambiente verbatim assinala os espaos que aparecem no texto

O comando \verb tambm pode ser estrelado:\verb*|desta forma :-) | desta forma :-)

O ambiente verbatim e o comando \verb no devem ser utilizados dentro de parmetros de outros comandos.

2.11.6

Tabelas

O ambiente tabular pode ser utilizado para imprimir lindas tabelas com A linhas verticais e horizontais opcionais. O L TEX determina a largura das colunas automaticamente. O argumento espec tabela do comando\begin{tabular}[pos]{espec tabela}

dene o formato da tabela. Use um l para uma coluna de texto alinhado esquerda, r para texto alinhado direita, e c para texto centrado; p{largura} para uma coluna a conter texto com quebras de linha, e | para uma linha vertical. A Se o texto numa coluna demasiado largo para a pgina, o L TEX no o ir mudar de texto automaticamente. Usando p{largura} pode denir um tipo de coluna que ir funcionar como um pargrafo normal. O argumento pos especica a posio vertical da tabela relativamente linha base do texto envolvente. Use as letras t , b e c para especicar o alinhamento da tabela no topo, fundo ou ao centro. Dentro de um ambiente tabular, o & salta para a prxima coluna, \\ inicia uma nova linha e \hline insere uma linha horizontal. Pode adicionar linhas parciais usando \cline{j-i}, onde j e i so os nmeros das colunas de onde e para onde a linha se deve estender.

44\begin{tabular}{|r|l|} \hline 7C0 & hexadecimal \\ 3700 & octal \\ \cline{2-2} 11111000000 & binrio \\ \hline \hline 1984 & decimal \\ \hline \end{tabular}

Escrever Texto

7C0 3700 11111000000 1984

hexadecimal octal binrio decimal

\begin{tabular}{|p{4.7cm}|} \hline Bem-vindo ao pargrafo do Boxy. Esperamos sinceramente que se divirta com o espectculo.\\ \hline \end{tabular}

Bem-vindo ao pargrafo do Boxy. Esperamos sinceramente que se divirta com o espectculo.

O separador de coluna pode ser especicado com o construtor @{...} . Este comando mata o espao entre colunas e substitui-o com o que quer que esteja entre as chavetas. Um uso comum para este comando explicado de seguida no problema de alinhamento de casas decimais. Outra aplicao possvel a supresso de espaos numa tabela com @{} .\begin{tabular}{@{} l @{}} \hline sem espao inicial\\ \hline \end{tabular}

sem espao inicial

\begin{tabular}{l} \hline espao esquerda e direita\\ \hline \end{tabular}

espao esquerda e direita

A Uma vez que no existe uma forma denida pelo L TEX para alinhar 20 pode fazer batota utilizando colunas numericamente pelo ponto decimal, duas colunas: uma alinhada direita com a parte inteira e uma alinhada esquerda com a parte decimal. O comando @{.} substitui o espao normal entre colunas com um ., apenas, dando a aparncia visual de uma nica tabela alinhada pelo ponto decimal. No se esquea de substituir o ponto decimal nos nmeros com o separador de coluna (&)! Um ttulo para o par

Se tiver o pacote de pacotes tools instalado no sistema, d uma olhadela ao pacote dcolumn.

20

2.12 Corpos Flutuantes de colunas pode ser colocado acima da nossa coluna numrica usando o comando \multicolumn.\begin{tabular}{c r @{.} l} Expresso Pi & \multicolumn{2}{c}{Valor} \\ \hline $\pi$ & 3&1416 \\ $\pi^{\pi}$ & 36&46 \\ $(\pi^{\pi})^{\pi}$ & 80662&7 \\ \end{tabular}

45

Expresso Pi ( )

Valor 3.1416 36.46 80662.7

\begin{tabular}{|c|c|} \hline \multicolumn{2}{|c|}% {\textbf{Ene}}\\ \hline Mene & Muh! \\ \hline \end{tabular}

Ene Mene Muh!

Texto escrito no ambiente tabular ca sempre junto numa nica pgina. Se quer escrever tabelas longas, possivelmente dever dar uma olhadela ao pacote supertabular e ao longtabular.

2.12

Corpos Flutuantes

Hoje, a maior parte das publicaes contm um grande nmero de guras e tabelas. Estes elementos precisam de um tratamento especial, porque no podem ser partidos entre pginas. Uma maneira seria comear uma nova pgina sempre que uma gura ou uma tabela demasiado grande para caber na pgina actual. Esta abordagem pode deixar pginas parcialmente vazias, o que ca muito mal. A soluo para este problema fazer as guras ou tabelas que no cabem na pgina actual utuar para uma pgina posterior, enquanto se preenche A a pgina actual com o texto seguinte. O L TEX oferece dois ambientes para corpos utuantes; um para tabelas e um para guras. Para ter todas as vantagens destes dois ambientes, importante perceber de uma forma aproA ximada como o L TEX maneja estas utuaes internamente. Doutro modo, estes elementos podem vir a ser uma grande fonte de frustrao porque o A L TEX nunca os colocar onde os deseja.A Primeiro, vamos dar uma vista de olhos aos comandos que o L TEX apresenta para corpos utuantes:

46

Escrever Texto Qualquer material incluso num ambiente figure ou table ser tratado como uma matria utuante. Ambos os ambientes suportam parmetros adicionais\begin{figure}[especicao de colocao] \begin{table}[. . . |]|

chamados de especicao de colocao. Estes parmetros so usados para A dizer ao L TEX a localizao para a qual o corpo utuante se pode mover. A especicao de colocao construda por um conjunto de caracteres de permisses de colocao de corpos utuantes. Veja a tabela 2.8. Uma tabela pode ser iniciada com a seguinte linha \begin{table}[!hbp]A A especicao de colocao [!hbp] indica ao L TEX para colocar a tabela exactamente aqui (h) ou no fundo (b) de alguma pgina ou em alguma pgina especial para corpos utuantes (p), e tudo isto mesmo que no que muito bonito (!). Se nenhuma especicao for dada, assumida a [tbp]. A O L TEX ir colocar cada corpo utuante de acordo com a especicao de colocao dada pelo autor. Se um destes no pode ser colocado na pgina actual, ser enviado para a la de espera correspondente21 (para guras ou A tabelas). Quando uma nova pgina iniciada, o L TEX verica primeiro se possvel preencher uma pgina especial de utuaes com os objectos da lista de espera. Se isto no possvel, o primeiro objecto de cada uma das las de espera tratado como se tivesse ocorrido naquele momento no texto: A o L TEX tenta de novo colocar de acordo com a respectiva especicao de colocao (excepto o h, que no volta a ser vlido). Qualquer objecto que21

Estas las so FIFOrst in rst out, o primeiro a entrar o primeiro a sair

Tabela 2.8: Permisses de Colocao de Corpos Flutuantes. Espec. h t b p ! Permisso para colocar em. . . here aqui neste exacto local onde ocorreu no meio do texto. til para pequenos objectos. no topo da pgina no fundo (bottom) da pgina numa pgina especial apenas com corpos utuantes.. sem considerar a maior parte dos parmetros internosa que podem fazer com que o corpo utuante no seja colocado.

a

Como o nmero mximo destes objectos permitidos por pgina.

2.12 Corpos FlutuantesA ocorra no texto ser enviado para a la de espera. O L TEX mantm estritamente a ordem original em que aparecem cada um dos tipos de objectos utuantes. Esta a razo pela qual uma gura que no pode ser colocada empurra todas as outras guras para o m do documento. Portanto: A Se o L TEX no est a colocar os objectos utuantes como esperava normal que seja apenas um deles numa das las de espera que esteja a empatar o servio! A Enquanto que possvel dar ao L TEX especicadores de colocao nicos, isto causa problemas. Se o objecto no cabe na localizao pretendida, ca preso, a bloquear os objectos seguintes. Em particular, nunca deve utiA lizar apenas a opo [h]esta to m que em verses recentes do L TEX automaticamente substituda por [ht].

47

Depois de ter explicado a parte difcil, aqui esto mais algumas coisas a mencionar sobre os ambientes table e figure. Com o comando\caption{legenda}

pode denir uma legenda para o objecto. Um nmero ser automaticamente criado juntamente com o texto Figure ou Table e adicionado no incio da legenda. Os dois comandos\listoffigures e \listoftables

funcionam de forma anloga ao comando \tableofcontents, imprimindo uma lista de guras ou tabelas, respectivamente. Nestas listas, a legenda completa ser repetida. Se tem tendncia a usar grandes legendas, deve denir uma verso mais curta para as listas. Isto pode ser feito introduzindo a verso mais pequena entre parntesis rectos depois do comando \caption. \caption[Pequeno]{Looooooooooooooooooongoooooooooooo} Com \label e \ref, pode criar uma referncia para o corpo utuante no meio do texto. O seguinte exemplo desenha um quadrado e insere-o no documento. Pode usar isto se desejar reservar espao para imagens que vai colar no documento pronto. Figura~\ref{branco} um exemplo de Arte-Pop. \begin{figure}[!hbp] \makebox[\textwidth]{\framebox[5cm]{\rule{0pt}{5cm}}} \caption{Cinco por Cinco em Centmetros.\label{branco}} \end{figure}

48

Escrever TextoA No exemplo anterior, o L TEX ir tentar mesmo (!) colocar a gura jus22 Se isto no possvel, ento tenta colocar a gura tamente aqui ( h ). no fundo ( b ) da pgina. Se falhar a colocao da gura na pgina actual, determina se possvel criar uma pgina de corpos utuantes que contenha esta gura e possivelmente algumas tabelas da la de espera respectiva. Se A no existir material suciente para esta pgina especial, o L TEX inicia uma nova pgina, e uma vez mais trata-a como se tivesse ocorrido nesse momento no texto. Em algumas circunstncias, pode ser necessrio usar o comando

\clearpage ou mesmo o \cleardoublepageA que ordenam o L TEX a colocar imediatamente no documento todos os objectos restantes das las de espera e depois iniciar uma nova pgina. O \cleardoublepage obriga a comear a pgina do lado direito. A Ir aprender a incluir desenhos PostScript no seu documento L TEX 2 mais tarde nesta introduo.

2.13

Protegendo Comandos Frgeis

O texto dado como argumento de comandos como \caption ou \section pode aparecer mais do que uma vez no documento (exemplo, na tabela de contedos assim como no corpo do documento). Alguns comandos falham quando usados no argumento de outros comandos do tipo \section. A compilao do seu documento ir falhar. Estes so chamados comandos frgeis. Por exemplo, os comandos \footnote ou \phantom so frgeis. O que estes comandos precisam para funcionar de proteco (no precisamos todos?). Pode proteg-los usando o comando \protect antes deles. O \protect apenas se refere ao comando que se lhe segue, nem sequer ao seu argumento. Em muitos casos, um \protect supruo no magoar ningum. \section{Estou a considerar \protect\footnote{proteger a minha nota}}

22

assumindo que a la de espera de guras est vazia.

Captulo 3

Frmulas MatemticasAgora est pronto! Neste captulo, vamos atacar a fora principal do TEX: escrita de matemtica. Mas que avisado: este captulo s arranha este tpico supercialmente. Enquanto que as coisas aqui explicadas so sucientes para muitas pessoas, no desespere se no conseguir encontrar uma soluo para a escrita da frmula que precisa. Mas, quase de certeza que o seu problema est A resolvido no AMS-LTEX1

3.1

Generalidades

A O L TEX tem um modo especial para escrever matemtica. Esta pode ser escrita directamente num pargrafo, ou o pargrafo pode ser quebrado para a desenhar parte. O texto matemtico dentro de um pargrafo introduzido entre \( e \), entre $ e $, ou entre \begin{math} e \end{math}.

Adicione $a$ ao quadrado e $b$ ao quadrado para obter $c$ ao quadrado. Ou, usando uma frmula matemtica: $c^{2}=a^{2}+b^{2}$

Adicione a ao quadrado e b ao quadrado para obter c ao quadrado. Ou, usando uma frmula matemtica: c2 = a2 + b2

\TeX{} pronunciado como \(\tau\epsilon\chi\).\\[6pt] 100~m$^{3}$ de gua\\[6pt] Isto vem do meu \begin{math}\heartsuit\end{math}

TEX pronunciado como . 100 m3 de gua Isto vem do meu

1 A Sociedade Americana de Matemticos - AMS produziu algumas extenses poderosas A do L TEX. Muitos dos exemplos deste captulo fazem uso dessas extenses. Este pacote est disponvel em todas as distribuies recentes do TEX. Se na sua est a faltar, v a macros/latex/required/amslatex.

50

Frmulas Matemticas Quando quer as suas equaes matemticas maiores ou que sejam mostradas parte do resto do pargrafo, prefervel mostr-las, em vez de quebrar manualmente o pargrafo. Para fazer isto, pode delimitar a frmula com \[ e \], ou entre \begin{displaymath} e \end{displaymath}.

Adicione $a$ ao quadrado e $b$ ao quadrado para obter $c$ ao quadrado. Ou, usando uma frmula matemtica: \begin{displaymath} c^{2}=a^{2}+b^{2} \end{displaymath} ou pode escrever menos com: \[a+b=c\]

Adicione a ao quadrado e b ao quadrado para obter c ao quadrado. Ou, usando uma frmula matemtica: c2 = a2 + b2 ou pode escrever menos com: a+b=c

A Se desejar que o L TEX numere as suas equaes, pode usar o ambiente equation. Com este ambiente pode dar um nome (\label) ao nmero de uma equao para mais tarde referir-se a ela, noutro stio qualquer do texto, usando \ref ou o comando \eqref do pacote amsmath:

\begin{equation} \label{eq:eps} \epsilon > 0 \end{equation} De (\ref{eq:eps}), descobrimos que \ldots{}De \eqref{eq:eps} podemos fazer o mesmo.

>0

(3.1)

De (3.1), descobrimos que . . . De (3.1) podemos fazer o mesmo.

Note a diferena de estilo tipogrco entre equaes que so inseridas no texto e as que so mostradas:$\lim_{n \to \infty} \sum_{k=1}^n \frac{1}{k^2} = \frac{\pi^2}{6}$ limnn 1 k=1 k2

=

2 6

\begin{displaymath} \lim_{n \to \infty} \sum_{k=1}^n \frac{1}{k^2} = \frac{\pi^2}{6} \end{displaymath}

n n

lim

k=1

2 1 = k2 6

Existem diferenas entre o modo matemtico e o modo de texto. Por exemplo, no modo matemtico: 1. A maior parte dos espaos e mudanas de linha no tm qualquer signicado, visto que todos os espaos ou so determinados logicamente da expresso matemtica ou tm de ser especicados utilizando comandos tais como \,, \quad ou \qquad.

3.2 Agrupar em Modo Matemtico 2. Linhas em branco no so permitidas. Apenas um pargrafo por frmula. 3. Cada letra considerada como sendo o nome de uma varivel e ser escrita como uma. Se quer escrever um texto normal dentro de uma frmula (texto verticalmente direito com espaamento normal) ento tem de introduzir o texto usando o comando \textrm{...} (veja tambm a seco 3.7 na pgina 59).\begin{equation} \forall x \in \mathbf{R}: \qquad x^{2} \geq 0 \end{equation}

51

x R :

x2 0

(3.2)

\begin{equation} x^{2} \geq 0\qquad \textrm{para todo }x\in\mathbf{R} \end{equation}

x2 0

para todo x R

(3.3)

Os matemticos podem ser muito esquisitos com os smbolos que usam: convencionalmente usa-se blackboard bold, que so obtidos usando \mathbb do pacote amsfonts ou amssymb. O ltimo exemplo pode ser traduzido em\begin{displaymath} x^{2} \geq 0\qquad \textrm{para todo }x\in\mathbb{R} \end{displaymath}

x2 0

para todo x R

3.2

Agrupar em Modo Matemtico

A maior parte dos comandos de modo matemtico funcionam apenas em relao ao caracter seguinte. Por isso, se quer que um comando afecte vrios caracteres, tem de os agrupar usando chavetas: {...}.\begin{equation} a^x+y \neq a^{x+y} \end{equation}

ax + y = ax+y

(3.4)

3.3

Construindo Blocos de Frmulas Matemticas

Nesta seco sero descritos os comandos mais importantes usados em impresses matemticas. D uma olhadela seco 3.10 na pgina 63 para uma lista detalhada de comandos para escrever smbolos matemticos.

52

Frmulas Matemticas As letras gregas minsculas so introduzidas como \alpha, \beta, \gamma, . . . , as maisculas, so introduzidas como \Gamma, \Delta, . . . 2

$\lambda,\xi,\pi,\mu,\Phi,\Omega$

, , , , ,

Expoentes e ndices podem ser especicados usando os caracteres ^ e _.$a_{1}$ \qquad $x^{2}$ \qquad $e^{-\alpha t}$ \qquad $a^{3}_{ij}$\\ $e^{x^2} \neq {e^x}^2$ a1 x2 2 ex = ex 2 et a3 ij

A raz quadrada introduzida como \sqrt; a raz de ndice n gerada com \sqrt[n]. O tamanho do sinal de raz determinado automaticamente A pelo L TEX. se apenas precisa do smbolo, deve utilizar \surd.$\sqrt{x}$ \qquad $\sqrt{ x^{2}+\sqrt{y} }$ \qquad $\sqrt[3]{2}$\\[3pt] $\surd[x^2 + y^2]$ x [x + y ]2 2

x2 +

y

3

2

Os comandos \overline e \underline criam linhas horizontais directamente por cima ou por baixo de uma expresso.$\overline{m+n}$ m+n

Os comandos \overbrace e \underbrace criam chavetas horizontais longas por cima ou por baixo de uma expresso.a + b + + z26

$\underbrace{a+b+\cdots+z}_{26}$

Para adicionar acentos matemticos, tais como pequenas setas ou sinais til a variveis, pode usar os comandos dados na tabela 3.1 na pgina 63. Chapus largos e tils a cobrir vrios caracteres so gerados com \widetilde e \widehat. O smbolo d um caracter de derivada.\begin{displaymath} y=x^{2}\qquad y=2x\qquad y=2 \end{displaymath}2

y = x2

y = 2x

y =2

A No existe um Alpha denido em L TEX 2 porque idntico a um A normal. Logo que a nova codicao para a matemtica esteja pronta, as coisas iro mudar.

3.3 Construindo Blocos de Frmulas Matemticas Vectores so especicados frequentemente adicionando um smbolo seta no topo das variveis. Isto feito com o comando \vec. Os dois comandos \overrightarrow e \overleftarrow so teis para denotar os vectores de A para B.\begin{displaymath} \vec a\quad\overrightarrow{AB} \end{displaymath}

53

a AB

Usualmente no se escreve explicitamente o sinal ponto para indicar a operao de multiplicao. No entanto, escrito para ajudar os olhos do leitor a agrupar uma frmula. Deve usar \cdot nestes casos:\begin{displaymath} v = {\sigma}_1 \cdot {\sigma}_2 {\tau}_1 \cdot {\tau}_2 \end{displaymath}

v = 1 2 1 2

Nomes de funes do estilo logaritmo so escritos frequentemente num tipo de letra vertical e no em itlico como as variveis. Desta forma o A L TEX tem os seguintes comandos para escrever os nomes das funes mais importantes: \arccos \cos \csc \exp \ker \limsup \arcsin \cosh \deg \gcd \lg \ln \arctan \cot \det \hom \lim \log \arg \coth \dim \inf \liminf \max \sinh \sup \tan \tanh \min \Pr \sec \sin

\[\lim_{x \rightarrow 0} \frac{\sin x}{x}=1\]

x0

lim

sin x =1 x

Para a funo mdulo, existem dois comandos: \bmod para o operador binrio a mod b e \pmod para expresses como x a (mod b).

$a\bmod b$\\ $x\equiv a \pmod{b}$

a mod b x a (mod b)

Uma fraco escrita com o comando \frac{...}{...}. Frequentemente a forma 1/2 prefervel, porque ca melhor para pequenas pores de material fraccionado.

54$1\frac{1}{2}$~horas \begin{displaymath} \frac{ x^{2} }{ k+1 }\qquad x^{ \frac{2}{k+1} }\qquad x^{ 1/2 } \end{displaymath}

Frmulas Matemticas

1 1 2 horas

x2 k+1

x k+1

2

x1/2

Para escrever coecientes binomiais ou estruturas similares, pode usar o comando \binom do pacote amsmath. \newcommand{\newatop}[2]{\genfrac{}{}{0pt}{1}{#1}{#2}}.)\begin{displaymath} \binom{n}{k}\qquad\mathrm{C}_n^k \end{displaymath} n k

Ck n

Para relaes binrias pode ser til colocar smbolos uns por cima dos outros. O \stackrel coloca o smbolo dado no primeiro argumento no tamanho de expoente sobre o segundo, que escrito na sua posio usual.\begin{displaymath} \int f_N(x) \stackrel{!}{=} 1 \end{displaymath}

fN (x) = 1

!

O integral gerado com \int, o somatrio com \sum e o produtrio com \prod. Os limites superiores e inferiores so especicados com ^ e _, tal como os sub-escritos e os super-escritos. 3\begin{displaymath} \sum_{i=1}^{n} \qquad \int_{0}^{\frac{\pi}{2}} \qquad \prod_\epsilon \end{displaymath}

n 0

2

i=1

Para ter maior controlo sobre a colocao de ndices em expresses complexas, o pacote amsmath providencia duas ferramentas adicionais: o comando \substack e o ambiente subarray:\begin{displaymath} \sum_{\substack{0}[r] & \bullet } \end{displaymath}

Produo de Grcos Matemticos

/

\begin{displaymath} \xymatrix{ \bullet \[email protected]/^/[r] \[email protected]/_/@{.>}[r] & \bullet } \end{displaymath}

(

6

Os modicadores entre as barras dene a forma como as curvas so desenhadas. O X -pic oferece muitas mais formas de inuenciar o desenho Y das curvas; para mais informao, veja a documentao e o tutorial de X Y pic.

Captulo 6 A Congurar o L TEXOs documentos produzidos usando os comandos apresentados at aqui parecero aceitveis a uma grande audincia. No seguem um estilo muito trabalhado, mas obedecem s regras estabelecidas como correctas para um bom documento, e que faro o documento agradvel e agradvel de ler. A No entanto, existem situaes onde o LTEX no dispe de comandos ou ambientes que satisfaam as suas necessidades, ou o resultado produzido por um comando j existente no est de acordo com os seus requisitos. Este captulo tentar dar algumas ideias sobre como ensinar novos truques A X e como faz-lo produzir resultados que so diferentes aos disponveis ao LTE de raz.

6.1

Novos Comandos, Ambientes e Pacotes

Deve ter reparado que todos os comandos que introduzi neste livro so apresentados numa caixa, e que aparecem no ndice no m do livro. Em vez de A usar directamente os comandos L TEX necessrios para obter este resultado, criei um pacote no qual deni novos comandos e ambientes para este m. Agora, escrevo simplesmente:\begin{lscommand} \ci{dum} \end{lscommand} \dum

Neste exemplo estou a utilizar quer um novo ambiente chamado lscommand, que responsvel por desenhar a caixa volta do comando, e um novo comando denominado \ci que escreve o nome do comando e tambm coloca a entrada correspondente no ndice. Pode vericar isto olhando para o comando \dum no ndice no m deste livro, onde aparecer uma entrada para \dum, apontando cada uma das pginas onde mencionei o comando \dum.

106

A Congurar o L TEX

Se decidir que j no gosto que os comandos sejam escritos numa caixa, posso alterar simplesmente a denio do ambiente lscommand para criar uma nova aparncia. Isto muito mais fcil do que andar por todo o documento caa de todos os lugares onde usei alguns comandos genricos A L TEX para desenhar uma caixa volta de algumas palavras.

6.1.1

Novos Comandos

Para adicionar os seus prprios comandos, use o comando\newcommand{nome}[num]{denio}

Basicamente, o comando necessita de dois argumentos: o nome do comando que quer criar, e a denio do comando. O argumento num em parntesis rectos opcional e especica o nmero de argumentos que o novo comando recebe (so possveis at 9). Se no especicar, o valor utilizado 0, ou seja, nenhum argumento permitido. Os dois exemplos seguintes devem ajudar a apanhar a ideia. O primeiro exemplo dene um novo comando chamado \npil. Este um atalho para A A No To Pequena Introduo ao L TEX 2 . Um comando deste gnero pode tornar-se til se precisa de escrever o ttulo deste livro muitas e muitas vezes.\newcommand{\npil}{A No To Pequena Introduo ao \LaTeXe} Esta a \npil \ldots{} \npil Esta a A No To Pequena Introduo A ao L TEX 2 . . . A No To Pequena A Introduo ao L TEX 2

O prximo exemplo ilustra a denio de um novo comando que recebe um argumento. A etiqueta #1 vai ser substituda pelo argumento que especicar. Se quiser usar mais do que um argumento, use #2 e assim sucessivamente.\newcommand{\txsit}[1] {Esta a \emph{#1} Pequena Introduo ao \LaTeXe} % no corpo do documento: \begin{itemize} \item \txsit{No To} \item \txsit{Muito} \end{itemize}

Esta a No To Pequena IntroduA o ao L TEX 2 Esta a Muito Pequena Introduo A ao L TEX 2

A L TEX no permite que crie um novo comando que substitua um j existente. Mas, existe um comando especial no caso de querer fazer isto. Nesse caso, use explicitamente o comando \renewcommand que funciona da mesma forma que o comando \newcommand.

6.1 Novos Comandos, Ambientes e Pacotes Em alguns casos, pode querer usar o comando \providecommand que A funciona como o \newcommand, mas se o comando j existir, o L TEX ir ignora-lo silenciosamente. Existem alguns pontos a tomar em conta quando existem espaos aps A comandos L TEX. Veja a pgina 6 para mais informao.

107

6.1.2

Novos Ambientes

Tal como com o comando \newcommand, existe tambm um comando para criar os seus prprios ambientes. O comando \newenvironment usa a seguinte sintaxe:\newenvironment{nome}[num]{antes}{depois}

De novo, o comando \newcommand pode usar \newenvironment com um argumento opcional. O material especicado no argumento antes, processado antes do texto incluso no ambiente seja processado. O contedo do argumento depois processado quando o comando \end{nome} encontrado. O seguinte exemplo ilustra a utilizao do comando \newenvironment.\newenvironment{king} {\rule{1ex}{1ex}% \hspace{\stretch{1}}} {\hspace{\stretch{1}}% \rule{1ex}{1ex}} \begin{king} Os meus pensamentos \ldots \end{king}

Os meus pensamentos . . .

O argumento num usado da mesma forma que o do \newcommand. O EX tambm no permite que dena um ambiente que j exista. Se por alguma razo quiser mudar um ambiente j existente, pode faz-lo com o comando \renewenvironment que usa a mesma sintaxe do comando \newenvironment. O comando usado neste exemplo ir ser explicado mais tarde: Para o comando \rule veja a pgina 121, para \stretch v pgina 115, e mais informao sobre \hspace pode ser encontrada na pgina 114.A LT

6.1.3

Expao Extra

Ao criar um novo ambiente poder vir a ser mordido por espaos extra, que o iro fazer tremer, e que potencialmente tero efeitos mortferos. Por exemplo, quando desejar criar um ambiente de ttulo que remove a sua prpria indentao assim como a do prximo pargrafo. O comando \ignorespaces

108

A Congurar o L TEX

no bloco de incio da denio do ambiente ir ignorar qualquer espao aps a sua execuo. O bloco nal da denio ligeiramente mais complicado, visto que algum processamento especial ocorre no nal do ambiente. A Com o comando \ignorespacesafterend o L TEX ir colocar o comando \ignorespaces depois do processamento especial de nal de ambiente ter ocorrido.\newenvironment{simples}% {\noindent}% {\par\noindent} \begin{simples} Ver o espao\\ esquerda. \end{simples} O mesmo\\aqui.

Ver o espao esquerda. O mesmo aqui.

\newenvironment{correcto}% {\noindent\ignorespaces}% {\par\noindent \ignorespacesafterend} \begin{correcto} Sem espaos\\ esquerda. \end{correcto} O mesmo\\aqui.

Sem espaos esquerda. O mesmo aqui.

6.1.4

A A linha de comando do L TEX

Se trabalhar num sistema operativo tipo Unix, poder usar Makeles para A construir os seus projectos L TEX. Nesta ligao poder ser interessante A produzir verses diferentes do mesmo documento chamando o L TEX com parmetros diferentes de linha de comando. Se adicionar a seguinte estrutura ao seu documento: \usepackage{ifthen} \ifthenelse{\equal{\blackandwhite}{true}}{ % Modo "preto e branco"; fazer qualquer coisa... }{ % Modo "a cores"; fazer qualquer coisa diferente... }A Agora se invocar o L TEX desta forma: latex \newcommand{\blackandwhite}{true}\input{test.tex}

Primeiro, o comando \blackandwhite ser denido, e depois, o cheiro A ser lido Desta forma, ao denir o \blackandwhite estar a indicar ao L TEX que vai querer produzir a verso a cores do documento.

6.2 Letras e Tamanhos

109

6.1.5

O Seu Prprio Pacote

Se denir um grande nmero de novos comandos e ambientes, o prembulo do seu documento car bastante longo. Nesta situao, a boa ideia criar A um pacote L TEX contendo todas as suas denies de comandos e ambientes. Depois pode usar o comando \usapackage para tornar as denies disponveis no seu documento. % Pacote de Demonstrao por Tobias Oetiker \ProvidesPackage{demopack} \newcommand{\npil}{A no to Pequena Introduo ao \LaTeXe} \newcommand{\txsit}[1]{A \emph{#1} To Introduo ao \LaTeXe} \newenvironment{king}{\begin{quote}}{\end{quote}}

Figura 6.1: Pacote de Exemplo. Escrever um pacote consiste basicamente em copiar o contedo do prembulo do seu documento para um cheiro separado com um nome com a extenso .sty. Existe um comando especial\ProvidesPackage{nome do pacote}

para usar no topo do seu pacote. O comando \ProvidesPackage indica A ao L TEX o nome do pacote e ir permitir que apresente mensagens de erro quando tentar incluir mais do que uma vez um pacote. A gura 6.1 mostra um pequeno exemplo de um pacote que contm os comandos denidos nos exemplos anteriores.

6.26.2.1

Letras e TamanhosTipos de letra

A O L TEX escolhe os tipos de letra e respectivos tamanhos apropriados baseandose na estrutura lgica do documento (seces, notas de rodap, . . . ). Em alguns casos, pode desejar mudar os tipos ou tamanho de letras mo. Para fazer isto, pode usar os comandos listados nas tabelas 6.1 e 6.2. O tamanho de cada tipo de letra uma denio que depende na classe de documento e nas suas opes. A tabela 6.3 mostra o tamanho absoluto em pontos para estes comandos como implementados nas classes standard.

110{\small Os pequenos e \textbf{gordos} Romanos mandaram} {\Large em toda a grande \textit{Itlia}.}

A Congurar o L TEX

Os pequenos e gordos Romanos mandaram em toda a grande Itlia.

A Uma propriedade importante do L TEX 2 que os atributos de letras so independentes. Isto signica que pode mandar alterar o tipo ou tamanho de letra e, no entanto, manter os atributos de bold ou itlico que tinha feito anteriormente. Em modo matemtico pode usar os comandos de mudana de letra para sair temporariamente do modo matemtico e entrar em texto normal. Se precisar de mudar para outro tipo de letra para escrever matemtica, existe outro conjunto de comandos especiais: consulte a tabela 6.4. Em ligao com os comandos de mudana de tamanho, as chavetas tm um papel bastante importante. So usados para construir grupos. Os grupos A limitam a zona de quase todos os comandos L TEX.

Ele gosta de letras {\LARGE grandes e {\small pequenas}}.

Ele gosta de letras nas.

grandes e peque-

Tabela 6.1: Letras. \textrm{...} \texttt{...} \textmd{...} \textup{...} \textsl{...} \emph{...} romano maquina mdio em p para a frente salientado \textsf{...} \textbf{...} \textit{...} \textsc{...} \textnormal{...} sans serif tipo gordo itlico Maisculas texto normal

Tabela 6.2: Tamanho de Letra. \tiny \scriptsize \footnotesize \small \normalsize \largeminscula

\Large \LARGE \huge \Huge

maiores

muito pequena

bastante pequena

muito grandes

pequena

enormes

normal

largas

as maiores

6.2 Letras e Tamanhos

111

Tabela 6.3: Tamanhos Absolutos nas Classes Padro. tamanho \tiny \scriptsize \footnotesize \small \normalsize \large \Large \LARGE \huge \Huge 10pt (omisso) 5pt 7pt 8pt 9pt 10pt 12pt 14pt 17pt 20pt 25pt opo 11pt 6pt 8pt 9pt 10pt 11pt 12pt 14pt 17pt 20pt 25pt opo 12pt 6pt 8pt 10pt 11pt 12pt 14pt 17pt 20pt 25pt 25pt

Tabela 6.4: Letras Matemticas. \mathrm{...} \mathbf{...} \mathsf{...} \mathtt{...} \mathit{...} \mathcal{...} \mathnormal{...} Tipo Romano Tipo Negrito Tipo Sans Serif Tipo dactilografo Tipo Italico TIPO CALIGRAFICO T ipo N ormal

112

A Congurar o L TEX

Os comandos de mudana de tamanho de letra tambm mudam o espaamento entre linhas, mas apenas se o pargrafo acaba dentro do alcance do comando de mudana de tamanho. A chaveta a fechar } no deve, portanto, aparecer cedo demais. Note a posio do comando \par nos dois exemplos seguintes. 1

{\Large No leia isto! Isto no verdade. Tem de acreditar em mim!\par}

No leia isto! Isto no verdade. Tem de acreditar em mim!

{\Large Isto tambm no verdade. Mas lembre-se que sou um mentiroso.}\par

Isto tambm no verdade. Mas lembre-se que sou um mentiroso.

Se quer activar o comando de mudana de tamanho de letra para um pargrafo inteiro de texto ou mesmo mais, deve usar a sintaxe de ambiente para estes comandos.\begin{Large} Isto no verdade. Mas mais uma vez, o que so estes dias \ldots \end{Large}

Isto no verdade. Mas mais uma vez, o que so estes dias ...

Isto ir facilitar a contagem das muitas chavetas.

6.2.2

Perigo, Will Robinson, Perigo

Como foi referido no incio deste captulo, perigoso infestar os seus documentos com comandos explcitos como estes, porque funcionam em oposio A ideia bsica do L TEX, que separar a estrutura lgica e visual dos documentos. Isto signica que se usar o mesmo comando de mudana de letra em vrios stios de forma a desenhar um tipo especial de informao, deve usar o \newcommand para denir um comando lgico para o comando de mudana de letras.\newcommand{\oops}[1]{\textbf{#1}} No entre neste quarto, est ocupado por No \oops{entre} neste quarto, est ocupado por uma \oops{mquina} uma mquina de origens e objectivos desconhecidos. de origens e objectivos desconhecidos.1

\par equivalente a uma linha em branco

6.3 Espaamento Esta abordagem tem a vantagem de que pode decidir mais tarde se quer utilizar uma outra representao visual do perigo sem ser o \textbf sem ter de alterar todo o seu documento, identicando as ocorrncias de \textbf e descobrindo, para cada uma, de ou no um dos casos em que est a apontar perigo, ou se foi usado por qualquer outra razo.

113

6.2.3

Aviso

Para concluir esta jornada na terra das letras, aqui est uma pequena palavra de aviso: Lembre-se

! QUANTOS MA IS tipos de letra voco mais legvel e bonito ele cara

usar

num documento,

!

6.36.3.1

EspaamentoEspao entre linhas

Se quer usar um espao maior entre linhas num documento, pode alterar o seu valor colocando o comando\linespread{factor}

no prembulo do seu documento. Use \linespread{1.3} para um espaamento de um e meio, e \linespread{1.6} para um espaamento duplo. Normalmente as linhas no esto espalhadas, pelo que o factor por omisso 1. Note que o efeito do comando \linespread demasiado drstico e no apropriado para trabalho publicado. Se tem uma boa razo para mudar o espaamento entre linhas poder preferir o comando:\setlength{\baselineskip}{1.5\baselineskip}

{\setlength{\baselineskip}% {1.5\baselineskip} Este pargrafo est escrito com um intervalo de 1.5 vezes maior do que o valor anterior. Repare no comando par no final do pargrafo.\par} Este pargrafo tem um objectivo claro: mostra que depois de fechar a chaveta tudo voltou ao normal.

Este pargrafo est escrito com um intervalo de 1.5 vezes maior do que o valor anterior. Repare no comando par no nal do pargrafo. Este pargrafo tem um objectivo claro: mostra que depois de fechar a chaveta tudo voltou ao normal.

114

A Congurar o L TEX

6.3.2

Formatao de Pargrafos

A No L TEX, existem dois parmetros que inuenciam o formato dos pargrafos. Ao colocar uma denio como

\setlength{\parindent}{0pt} \setlength{\parskip}{1ex plus 0.5ex minus 0.2ex} no prembulo do seu documento, pode alterar o formado dos pargrafos. Estes dois comandos aumentam o espao entre dois pargrafos colocando a indentao a zero. As partes plus e minus do comprimento acima instrui o TEX de que pode comprimir e expandir o espaamento entre pargrafos pela quantidade especicada se for necessrio para colocar os pargrafos de forma correcta na pgina. Na Europa continental, os pargrafos so, normalmente, separados por algum espao a mais e no indentados. Mas, cuidado, isto tambm afecta a tabela de contedos. As suas linhas iro aparecer mais espaadas. Para isto no acontecer, pode mover os dois comandos do prembulo at a um ponto do seu documento abaixo do \tableofcontents ou, simplesmente, no os usar de todo, porque ir reparar que a maior parte dos livros prossionais usam indentao e no espao para separar os pargrafos. Se quer indentar um pargrafo que no o est, pode usar o comando\indent

no incio do pargrafo.2 Obviamente, isto ir apenas afectar o texto quando o \parindent no est a zero. Para criar um pargrafo no indentado, pode usar\noindent

como o primeiro comando do pargrafo. Isto pode ser til quando comea um documento com texto e no com um comando que seccione o documento.

6.3.3

Espao Horizontal

A O L TEX determina os espaos entre palavras e frases automaticamente. Para adicionar espao adicional, use:

\hspace{comprimento}

Se um destes espaos deve ser mantido mesmo que atinja o m ou incio duma linha, use \hspace* em vez de \hspace. O comprimento , noPara indentar o primeiro pargrafo aps cada ttulo de seco, use o pacote indentrstq que vem no conjunto de pacotes tools2

6.3 Espaamento caso mais simples, apenas um nmero e uma unidade. As unidades mais importantes esto listadas na tabela 6.5.Este\hspace{1.5cm} um espao de 1.5 cm. Este um espao de 1.5 cm.

115

O comando\stretch{n}

gera um espao especial. Ele estica at que todo o espao restante na linha que completo. Se dois comandos \hspace{\stretch{n}} forem invocados na mesma linha, iro crescer de acordo com o factor indicado.x\hspace{\stretch{1}} x\hspace{\stretch{3}}x x x x

Quando se usa espao horizontal juntamente com texto, pode fazer sentido obrigar o espao a ajustar-se relativamente ao tamanho actual do tipo de letra. Pode fazer isto usando unidades relativas ao texto: em e ex.{\Large{}gran\hspace{1em}de}\\ {\tiny{}peque\hspace{1em}no}

gran depeque no

6.3.4

Espao Vertical

O espao entre pargrafos, seces, subseces, . . . determinado automatiA camente pelo L TEX. Se necessrio, pode adicionar espao vertical adicional entre dois pargrafos com o comando:\vspace{comprimento}

Este comando deve ser normalmente usado entre duas linhas vazias. Se o espao deve ser preservado no inicio ou no m de uma pgina, utilize a verso estrelada do comando: \vspace* em vez de \vspace. O comando \stretch em conexo com o comando \pagebreak pode ser usado para imprimir texto na ltima linha de uma pgina, ou para centrar texto verticalmente numa pgina. Algum texto \ldots \vspace{\stretch{1}} Isto aparece na ltima linha da pgina.\pagebreak

116

A Congurar o L TEX

Tabela 6.5: Unidades do TEX. mm cm in pt em ex milmetro 1/25 polegadas centmetro = 10 mm polegada = 25.4 mm ponto 1/72 polegada 1 mm 3 aprox largura de um M no tipo de letra actual aprox altura de um x no tipo de letra actual

Espao adicional entre duas linhas do mesmo pargrafo ou dentro de uma tabela especicado com o comando\\[comprimento]

Com \bigskip e \smallskip pode saltar uma quantidade pr denida de espao vertical sem ter de se preocupar com os nmeros exactos.

6.4

Formato da Pgina

A O L TEX 2 permite especicar o tamanho do papel no comando \documentclass. Depois, automaticamente selecciona as margens de texto correctas. Mas, por vezes, pode no estar contente com os valores pr-denidos. Naturalmente, pode os alterar. A gura 6.2 mostra todos os parmetros que podem ser alterados. A gura foi produzida com o pacote layout do conjunto tools.3 ESPERE! . . . antes de se lanar freneticamente a Toca a fazer as pginas estreitas um pouco mais largas, tire alguns segundos para pensar. Como na maioria dos casos, existe uma boa razo para que o formato da pgina seja o que . Claro, comparado com a sua pgina tirada do MS Word, parece muito mais estreita. Mas d uma olhadela ao seu livro favorito4 e conte o nmero de caracteres numa linha de texto normal. Ir notar que no existem mais do que 66 caracteres em cada linha. Agora, faa o mesmo nas pginas do A seu documento L TEX. A experincia mostra que a leitura se torna difcil assim que existem mais caracteres numa nica linha. Isto porque difcil aos olhos mover do m de uma linha para o inicio da prxima. Esta tambm a razo pela qual os jornais so escritos em mltiplas colunas. Ento, se aumentar a largura do texto do seu livro, lembre-se que est a tornar a vida mais difcil aos seus leitores. Mas chega de avisos, prometi3 4

macros/latex/required/tools Quero dizer, um livro realmente produzido por uma editora de reputao.

6.4 Formato da Pgina

117

4

i c

5

i c

6

i

2

T i c

T T

cHeader T T

Margin Notes

Body

7

i

E ' 9i ' 10 E i i ' 3 E

' c ' 1i E T i 11

8

i c

E

Footer

1 3 5 7 9 11

one inch + \hoffset \oddsidemargin = 22pt or \evensidemargin \headheight = 12pt \textheight = 595pt \marginparsep = 7pt \footskip = 27pt \hoffset = 0pt \paperwidth = 597pt

2 4 6 8 10

one inch + \voffset \topmargin = 22pt \headsep = 19pt \textwidth = 360pt \marginparwidth = 106pt \marginparpush = 5pt (not shown) \voffset = 0pt \paperheight = 845pt

Figura 6.2: Parmetros do Formato de Pgina.

118

A Congurar o L TEX

que dizia como se faz isso . . . A O L TEX dispe de dois comandos para mudar estes parmetros. So usados normalmente no prembulo do documento. O primeiro comando atribu um valor xo a qualquer um dos parmetros:

\setlength{parmetro}{comprimento}

O segundo comando adiciona um valor a qualquer um dos parmetros:\addtolength{parmetro}{comprimento}

Este segundo comando , normalmente, mais til que o \setlength porque pode funcionar de uma forma relativa aos valores j existentes. Para adicionar um centmetro para a largura normal do texto, utilize o comando seguinte no prembulo do seu documento: \addtolength{\hoffset}{-0.5cm} \addtolength{\textwidth}{1cm} Neste contexto, pode querer olhar para o pacote calc, que permite usar operaes aritmticas no argumento de este e de outros comandos onde deveria introduzir valores.

6.5

Mais divertimento com comprimentos

Sempre que possvel, tento no usar comprimentos absolutos em documenA tos L TEX. Prero tentar basear as coisas na largura ou altura de outros elementos das pginas. Para a largura de uma gura, podia relacionar com \textwidth de forma a que ela coubesse numa pgina. Os seguintes 3 comandos permitem determinar a largura, altura e profundidade de um texto.\settoheight{varivel}{texto} \settodepth{varivel}{texto} \settowidth{varivel}{texto}

O seguinte exemplo mostra uma possvel aplicao para estes comandos.

6.6 Caixas\flushleft \newenvironment{vardesc}[1]{% \settowidth{\parindent}{#1:\ } \makebox[0pt][r]{#1:\ }}{} \begin{displaymath} a^2+b^2=c^2 \end{displaymath} \begin{vardesc}{Onde}$a$, $b$ -- so adjuntos do ngulo recto de um tringulo rectngulo. $c$ -- a hipotenusa do tringulo e sente-se sozinha. $d$ -- finalmente, nem sequer aparece. No curioso? \end{vardesc} a2 + b2 = c2

119

Onde: a, b so adjuntos do ngulo recto de um tringulo rectngulo. c a hipotenusa do tringulo e sente-se sozinha. d nalmente, nem sequer aparece. No curioso?

6.6

Caixas

A O L TEX constri as suas pginas movendo caixas. A principio, cada letra uma pequena caixa, que depois colada a outras letras para formar palavras. Estas so de novo coladas a outras palavras, mas com cola especial, que elstica e portanto uma srie de palavras pode ser encolhida ou esticada para preencher exactamente uma linha de texto na pgina.

Admito, esta uma verso muito simplicista do que realmente acontece, mas na verdade, o TEX opera com cola e caixas. No s uma letra que pode ser uma caixa. Pode colocar virtualmente tudo numa caixa, incluindo outras A caixas. Cada caixa ir depois ser manuseada pelo L TEX como se fosse uma simples letra. Nos captulos anteriores, j encontrou algumas caixas, no entanto, no lhe disse. O ambiente tabular e o \includegraphics, por exemplo, produzem ambos uma caixa. Isto signica que pode colocar facilmente duas tabelas ou imagens lado a lado. S tem de ter a certeza que a sua largura no mais larga que a largura do texto. Tambm pode empacotar um pargrafo da sua escolha numa caixa com

120 o comando

A Congurar o L TEX

\parbox[pos]{largura}{texto}

ou com o ambiente

\begin{minipage}[pos]{largura} texto \end{minipage}

O parmetro pos pode tomar uma das letras c, t ou b para controlar o alinhamento vertical da caixa, relativamente linha base do texto circundante. A largura toma um valor que especica a largura da caixa. A principal diferena entre minipage e \parbox que no pode usar todos os comandos e ambientes dentro de uma parbox enquanto quase tudo possvel numa minipage. Enquanto \parbox empacota um pargrafo fazendo quebras de linha e tudo o mais, existe tambm uma classe de comandos para caixotes que operam apenas em material alinhado horizontalmente. J conhecemos um deles. chamado \mbox, e empacota simplesmente uma srie de caixas dentro de uma outra, e pode ser usado para prevenir a hifenizao de palavras. Como pode colocar caixas dentro de qualquer caixa, estes empacotadores horizontais do-lhe uma exibilidade ilimitada.

\makebox[largura][pos]{texto}

A largura dene a largura da caixa resultante vista do lado de fora.5 Alm do comprimento das expresses, pode tambm usar \width, \height, \depth e \totalheight no parmetro de largura. Todos eles so valores obtidos medindo o texto escrito. O parmetro pos toma um valor de entre as letras: centro, esquerda (left), direita (right) ou s que espalha o texto dentro da caixa para a preencher. O comando \framebox funciona exactamente da mesma forma que \makebox, mas desenha uma caixa volta do texto. O seguinte exemplo mostra algumas coisas que pode fazer com os comandos \makebox e \framebox.Isto signica que pode ser mais pequena do que o material l dentro. Pode at colocar a largura a 0pt de forma a que o texto dentro da caixa ir ser escrita sem inuenciar as caixas circundantes.5

6.7 Rguas e Estruturas\makebox[\textwidth]{% c e n t r a d o}\par \makebox[\textwidth][s]{% e s p a l h a d o}\par \framebox[1.1\width]{Agora estou encaix