PENSAR, EXPRIMIR, FAZER. REPENSAR, REEXPRIMIR, REFAZER. Ηθική (δεοντολογία) Ética e...

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PENSAR, EXPRIMIR, FAZER. REPENSAR, REEXPRIMIR, REFAZER. Ηθική (δεοντολογία) Ética e Pesquisa

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  • PENSAR, EXPRIMIR, FAZER.REPENSAR, REEXPRIMIR, REFAZER.

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    tica e Pesquisa

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  • Cincia e tica: alegoriasNa mitologia grega, Prometeu roubou dos deuses o fogo do conhecimento para dar aos mortais.Roubar negativoDar aos mortais positivoCastigoPreso e acorrentado no alto de um rochedoguia se alimentava do seu fgado diariamenteFgado regeneravaEssa alegoria hoje representada pelo cientista que domina o conhecimento das leis da natureza.

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  • Cincia e tica: DilemaO conhecimento (humano) faz surgir o dilema:Ser possvel e como ser possvel andarem juntos o desenvolvimento da cincia e o progresso tico da humanidade?As respostas de diversos filsofosquestionam o que vem a ser tica e qual era/ser seu papel junto ao desenvolvimento da Cincia.

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  • Cincia e tica: Saber PoderFrancis Bacon alertou:Que os homens considerem quais so os verdadeiros fins do conhecimento e que no o procurem nem pelo prazer da mente, nem pelo contentamento, pela conquista de superioridade em face de outros, por proveito, fama, poder ou qualquer outra dessas coisas inferiores, mas para benefcio e uso da vida e que o aperfeioem e dirijam com caridade.

    Saber poder.

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  • Cincia e tica: (no) limitesAdorno e Horkheimer consideravam que O saber poder no conhece nenhuma barreira, nem na escravizao da criatura, nem na complacncia em face dos senhores do mundo.

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  • Cincia e tica: imperativo categricoDesconfiado da insuficincia e do alcance de valores universais na ordem tica, Kant (sc. XVIII) props um recurso conduta moral (Filosofia Moral) por princpio, o conceito imperativo categrico:age de maneira tal que possas tambm querer que a mxima de teu agir transforme-se em lei universal da natureza...

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  • Cincia e tica: questo ambientalHans Jonas (tica da Responsabilidade) reescreveu:

    age de maneira tal que os efeitos de tua ao sejam compatveis com a permanncia de autntica vida humana sobre a Terra,ouage de maneira tal que os efeitos de tua ao no sejam destrutivos da possibilidade de autntica vida humana futura na terra.

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  • Cincia e tica: EducaoA tica deve ser ensinada e aprendida com certa urgncia, pois ningum nasce bom ou mau, mas deve progredir moralmente, como traduo de um consenso que oscila desde a Antiguidade at hoje, em vista do agir humano.

    (pois ningum nasce bom ou mau dilema tico-filosfico-cientfico: h debate sobre influncias hereditrias e ambientais)

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*ticaDo grego ethos: modo de ser, o carter, o comportamentotica uma disciplina da filosofiaresponsvel pela investigao dos princpiosque motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano,refletindo especialmente sobre a essncia das normas, valores, prescries e exortaespresentes em qualquer realidade social.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*tica(ethos) e Moral (morus)Moral (costume: latim morus) o conjunto de regras, preceitos etc. caracterstico de determinado grupo social que os estabelece, defende e pratica;

    cada um dos sistemas de leis e valores estudados pela tica, caracterizados por organizarem a vida das comunidades humanas, diferenciando e definindo comportamentos proscritos (banidos), desaconselhados, permitidos ou ideais.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*tica: princpio; Moral: costumetica a investigao dos princpios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano, frente moral estabelecida.tica disciplina da Filosofia (princpios)Moral costumes e normas (hbitos)

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  • Anti- A- I-Anti-tico(a): contra a tica;Intencional?Acidental?

    Atico(a): no h opo para a tica;Liberdade de escolha?

    Imoral: no incorpora padro tico no comportamento, agindo contra a moral estabelecida.UNESP FCT PPGCC OTC*

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*PesquisaAtividade humana moralmente aceita e eticamente fundamentada como uma ao de valor decorrente do pensamento humano.

    Onde comeam os problemas?Pesquisa cientfica atividade na fronteira do conhecimentoPoucos se aproximam da fronteira (os que tm mais conhecimento no tema, os doutos, os mestres)Fronteirade um lado, o conhecimentode outro, a ignorncia, o desconhecimento

    A inteno a de avanar a fronteira, isto , tornar conhecido o desconhecido.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*FronteiraO que acontece na fronteira?Uma batalha? Um conflito de poucos doutos (com muito conhecimento cientfico e recursos) contra a ignorncia.Quem controla esta disputa?Que controles deve haver nesta luta?A fronteira se materializa em qual objeto?Um ser humano? Um animal? Uma planta? Uma rocha? Outro objeto, coisa?H que se ter uma tica para cada coisa?Ou uma tica nica e universal?

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*DilemaRaciocnio que parte de premissas contraditrias e mutuamente excludentes (MEIOS), mas que paradoxalmente terminam por fundamentar uma mesma concluso (FIM).

    Necessidade de escolher entre duas sadas contraditrias (MEIOS) e igualmente insatisfatrias (MESMO FIM).

    Argumento pelo qual se coloca uma alternativa entre duas proposies contrrias.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Dilemas ticos (pesquisa)Acontecem nas regies de fronteira do conhecimentoporque no h clareza acerca dos benefcios da tomada de deciso,no h lei ou norma regulando a matria,posto que nova (est sob investigao) e que poucos ainda a entendem ou pelo menos tentam compreender.No havendo lei ordinria, norma legal, busca-se apoio nas leis morais, nos costumes.Mas sendo fronteira, no h costume.H, ou pode haver, hbitos passados onde outrora houve fronteira.Busca-se ento fundamentar a deciso em princpios filosficos (morais) de reconhecido valor para a sociedade humana.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Possvel ciclo em torna da ticaPosso confiar nos seres humanos/cientistas?O que pensam o que dizem?O que dizem o que fazem?O que fazem bom?O que bom?Bom praticar o bem.O bem est na essncia do cdigo moral.O cdigo moral so os princpios ticos na prtica.A prtica a ao dos serem humanos/cientistas.Posso confiar nos seres humanos/cientistas?

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Cuidados com o maniquesmoPrsia, sc. III: Mani, Manes, Maniqueu, Maniquesmo mtodo simplista de pensar o mundo de forma binria, dividido em dois.Bom x RuimBem x MalBranco x PretoLuz x TrevasDeus x DiaboCerto x ErradoTudo x nada1 x 0

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Uma situao realH um engenheiroQue trabalha numa prefeituraE tambm mantm um escritrio particularNa prefeitura, ele aprova projetos e fiscaliza obrasNo escritrio, ele elabora projetos e executa obras

    Ele pode, como autoridade da prefeitura, aprovar e vistoriar os projetos de sua autoria (escritrio)?

    Dilema: autor x autoridade na mesma pessoa.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Dilema: duas sadasAbdica da autoria do projeto em favor de outro profissionalResolvido satisfatoriamenteAbdica de avaliar o prprio projetoE se ele for o nico responsvel pelo servio na prefeitura?E se ele for o nico engenheiro da prefeitura (pequenos municpios)?Nem sempre o engenheiro residente em um municpio pequeno, que no raro no tm profissionais de nvel superior.Contrata outro?Questo surgiu no CREA/SP (Com. tica, CLN).

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*tica no Cotidiano AcadmicoColar em provaCopiar trabalhosNvel ou tipo de prova acima do nvel ou tipo de aulaPlgio (cpia total ou parcial) x parfrase (mesma ideia com outras palavras)Fraude (manipulao indevida)Figurar como autor de trabalho sem s-loEmprstimo de equipamento (para obter coautoria?)Espionagem (grupos de pesquisa)Internet: autoria (des)conhecida?Outros...

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Questes ticas e as Tecnologias1984 diferente do imaginadoTotalitarismo x Livre comunicaoInternet e geolocalizaoSegurana x privacidade; sociedade x indivduoOs satlites de poucos pases obtm imagens de todos os pasesAspecto positivo: compartilhar dados e informaesAspecto negativo: omitir dados e informaesGoogle e as imagens de todos os imveisServe ao Bem e ao Mal tambmVoc aceita ver o seu quintal exposto ao mundo?rgo pblico adquire dados cartogrficos (questo tica?)O mapa deve ser disponibilizado gratuitamente (INPE, IBGE)?Sim, gratuitamente, a prtica no Brasil.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*tica (Filosofia) e Legislao (Direito)Quando no h legislao especfica para regular ou coibir determinada ao ouQuando h legislao, mas ela omissa quanto a determinada aoNada h a obstar a ao do profissional, ou outro agente, do ponto de vista legal.Entretanto, os pares podem questionar a ao com base nos pilares filosficos, os princpios ticos.Est-se numa zona de penumbra, onde o julgamento maniquesta no se adequa, no resolve o dilema.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Cdigo de tica um acordo redigido geralmente por especialistas na matria objeto de uma especialidade com o intuito de orientar as aes dos mesmos especialistas em situaes (im)previsveis:Comits ou comisses de tica profissional (OAB, CRM, CREA)

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Cdigo de ticaNo campo das pesquisas cientficas, em geral, est-se lidando em regies fronteirias, onde o risco de errar maior (o que o erro?):Por dolo crime (legislao).Por acidente (negligncia, imprudncia, impercia) passvel de culpa.As comisses ou comits de tica analisam e opinam.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*Cdigo de tica da UNESPI PrembuloII Princpios ComunsIII Servidores da UNESPIV Servidores DocentesV Servidores Tcnico-AdministrativosVI Corpo Discente e Demais Alunos da UNESPVII DirigentesVIII Fundaes e ConvniosIX EnsinoX PesquisaXI ExtensoXII PublicaesXIII Registro de Dados e InformticaXIV Uso do Nome e da Imagem da UNESPXV Comisso de tica da UNESPXVI - Operacionalizao

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: I PrembuloReconhece como importantes referenciais:Declarao Universal dos Direitos do Homem (1948);Acordo Internacional sobre Direitos Civis e Polticos (ONU 1966, aprovado pelo Congresso Nacional Brasileiro em 1992);Pacto Internacional dos Direitos Econmicos, Sociais e Culturais, da ONU, 1966;Lei n 10.294/99, do Estado de So Paulo;Decreto n 45.040/00 do Estado de So Paulo.

    Cumpre as disposiesda Constituio da Repblica Federativa do Brasil de 1988da legislao brasileira correlataCdigo Civil,Cdigo Penal,Decreto 98830/1990 referente coleta, por estrangeiros, de dados e materiais cientficos do Brasil, Lei 9279/96, que regula direitos e obrigaes relativos propriedade industrial,alm de outras.

    Este Cdigo incorpora, sob a tica do indivduo e das coletividades, os referenciais ticos da autonomia (respeito ao ser humano), da no maleficncia, da beneficncia, da justia, da eqidade, da solidariedade, da igualdade, entre outros.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: II Dos Princpios Comuns2.1 ... 2.82.1 Destina-se a nortear as relaes humanas no mbito da UNESP, tendo como postulados:o direito pesquisa,o pluralismo,a tolerncia,a liberdade de expresso,a autonomia em relao aos poderes polticos,o respeito integridade acadmica da Instituio,bem como o dever de promover os princpios da liberdade, justia, dignidade humana, solidariedade e a defesa da UNESP como Universidade pblica.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: IV Dos Servidores Docentes4.1 ... 4.74.1 Cabe ao docente:a) exercer sua funo com autonomia, respeitados os interesses didticos, cientficos e de extenso da UNESP;b) contribuir para melhorar as condies de ensino, de pesquisa e de extenso da UNESP, assumindo sua devida parcela de responsabilidade;c) zelar pelo desempenho tico e o bom conceito da profisso, preservando a liberdade profissional e evitando condies que possam prejudicar a eficcia e a correo de seu trabalho;d) empenhar-se na defesa da dignidade da profisso docente e de condies de trabalho e remunerao compatveis com o exerccio e aprimoramento da profisso;e) apontar aos rgos competentes da UNESP, sugerindo formas de aperfeioamento, os itens ou falhas em regulamentos ou normas que, em seu entender, sejam inadequadas ao exerccio da docncia;f) atuar com iseno e sem ultrapassar os limites de sua competncia quando servir como perito ou auditor, consultor ou assessor.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: VI Do Corpo Discente...6.1. As relaes entre os membros do corpo discente da UNESP devem ser presididas pelo respeito autonomia e dignidade do ser humano, no sendo tolerados atos ou manifestaes de prepotncia ou violncia de qualquer tipo, ou que ponham em risco a integridade fsica, moral e/ou social de outros.6.2. Cabe aos membros do corpo discente fazer bom uso dos recursos pblicos que financiam sua formao acadmica, bem como do patrimnio da UNESP.6.3 Considera-se eticamente inaceitvel:a) prolongar indevidamente o perodo de formao acadmica ou manter matrcula com o objetivo de utilizar as estruturas da UNESP;b) lanar mo de meios e artifcios que possam prejudicar e/ou fraudar a avaliao do desempenho, seu ou de outrem, em atividades acadmicas, culturais, artsticas, desportivas e sociais, no mbito da UNESP, bem como acobertar a eventual utilizao desses meios.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: IX - Ensino9.1 No desenvolvimento das atividades de ensino, devem ser observados os seguintes preceitos:a) o ensino como parte integrante do processo de formao e educao, comprometido com o desenvolvimento da sociedade;b) a pertinncia e relevncia do contedo programtico em relao ao processo educativo;c) a adequao entre objetivos, mtodos e contedos;d) a insero adequada da disciplina no contexto global de formao do aluno;e) a atualizao permanente de contedos e mtodos.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: X - Pesquisa10.1... 10.610.1 No desenvolvimento de atividades de pesquisa, o pesquisador deve assegurar-se de que:a) os mtodos utilizados so adequados e compatveis com as normas ticas estabelecidas em seu campo de trabalho, das quais deve ter pleno conhecimento;b) os objetivos do projeto so cientificamente vlidos, justificando o investimento de recursos e de tempo;c) os objetivos da pesquisa e a divulgao dos seus resultados devem ser tornados pblicos, salvo nas hipteses devidamente justificadas por razes estratgicas e/ou de interesse pblico;d) dispe das condies necessrias para realizar o projeto;e) as concluses so coerentes com os resultados e levam em conta as limitaes dos mtodos e tcnicas utilizadas;f) no ocorra nenhum tipo de fraude cientfica em qualquer etapa da investigao.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: XII Das Publicaes12.1 eticamente inaceitvel aos membros da UNESP:a) na elaborao de artigos e relatrios, falsear dados sobre suas publicaes;b) nas suas publicaes, no dar crdito a colaboradores e outros que tenham contribudo para obteno dos resultados nelas contidos;c) utilizar, sem referncia ao autor, ou sem a sua autorizao expressa, informaes, opinies ou dados publicados ou no;d) apresentar como originais quaisquer idias, descobertas ou ilustraes, sob a forma de texto, imagens, representaes grficas ou qualquer outro meio, que na realidade no o sejam;e) falsear dados ou deturpar sua interpretao cientfica;f) falsear dados sobre sua vida pregressa.

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*CEU: XV Comisso de tica da UNESP15.1 - A UNESP criar uma Comisso de tica, assessora do Conselho Universitrio, com as atribuies de:a) conhecer as consultas, denncias e representaes formuladas contra membros da UNESP, por infringir as normas deste Cdigo e postulados ticos da Instituio;b) apurar a ocorrncia das infraes ticas;c) encaminhar suas concluses s autoridades competentes para as providncias cabveis.15.3 - Os membros da Comisso de tica devero julgar com iseno e elevao de esprito, observando sempre os interesses maiores da UNESP e da sociedade.

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  • DeontologiaDisciplina ministrada em alguns cursos de nvel superior com o intuito de estudar os princpios, fundamentos e sistemas de moral;Como um tratado de deveres;Exerce influncia no pacto moral (Cdigo de tica) entre profissionais para o exerccio da profisso.UNESP FCT PPGCC OTC*

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  • UNESP FCT PPGCC OTC*ConclusoOs dilemas ticos so de difcil soluo.As atividades de pesquisa cientfica no raro esbarram em questes ticas.H pessoas que defendem o controle social da cincia (cidados controlando os cientistas).De tudo o que foi visto, desde os aspectos filosficos aos mais pragmticos, os pesquisadores devem respeitar os princpios ticos ao longo de todo o processo do mtodo cientfico.Deslize? Comisso de tica!

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  • RefernciasMagalhes, G. Introduo metodologia da pesquisa: caminhos da cincia e tecnologia. So Paulo: tica. 2005.Silva, J.F.C. tica e pesquisa. Palestra. CIC. Unesp. Pres. Prudente. 2012.Palestra do Prof. Jos Roberto Fernandes Castilho na disciplina OTC.Vrios trabalhos acadmicos apresentados em OTC (turmas anteriores).Figuras obtidas na internet (busca: tica).

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