Meio Ambiente e Saúde

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    29-Jun-2015
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Wilma

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  • 1. SADE

2. 3. 4.

  • Os protozorios, animais cujo tamanho pode variar entre 2 e 1000 m, so organismos exclusivamente unicelulares, ou seja, formados por uma nica estrutura celular, sendo a maioria heterotrfica.

5. MORFOLOGIA 6. Protozorios de InteresseMdico 7. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR

  • Agente Etiolgico
  • Protozorio do gneroleishmania ;
  • SubgneroViannia
  • Distribuio

8. INCIDNCIA

  • mais frequente em adultos do sexo masculino;
  • Est relacionada a quantidade de vetores;
  • Ocorre mais durante as estaes quentes;
  • Ocorrente em zonas florestais

9. sintomas

  • febre irregular por um longo perodo;
  • palidez;
  • emagrecimento;
  • aparecimento de leso cutnea com aspecto ppulo-eritematoso

10. DIAGNSTICO

  • Exame Parasitolgico

11. MEDIDASSANITRIAS

  • Controle dos vetores;
  • Eliminao de animais infectados;
  • Vacina de promastigotas inativado est sendo testada, com resultados promissores, mas a imunidade ainda parece ser transitria;
  • Usar inseticidas no domiclio;
  • Usar mosquiteiros e repelentes em regies endmicas.

12. Leishmaniose visceral Agente Etiolgico L. Chagasi GNERO Leishmania 13. O primeiro relato de LV no Brasil foi feito em 1934, quando foram encontradas amastigotas de Leishmania em cortes histolgicos de fgado de pessoas que morreram com suspeita de febre amarela. 14. INCIDNCIA Atualmente, a L.V endmica em 62 pases, com um total estimado de 200 milhes de pessoas sob risco de adquirirem a infeco. Aproximadamente 90% dos casos ocorrem em 5 pases: ndia, Bangladesh, Nepal, Sudo e Brasil. 15. SINTOMAS Pacientes com L.V apresentam: febre prolongada;Hepatomegalia; Anemia; Tosse; Dor abdominal; Diarria; Perda de peso e caquexia. 16. TRATAMENTO O tratamento feito atravs de drogas muitas txicas, como: antimoniais pentavalentes: antimoniato de N-metil glucamina-Glucantime e estibogluconato de sdio-Pentostan. 17. MEDIDAS DE PREVENO INDIVIDUAIS Medidas de preveno e controle ainda no foram capazes de impedir a ocorrncia de novos surtos do calazar. Entretanto, usar repelentes quando estiver em regio com casos de leishmaniose visceral e armazenar adequadamente o lixo orgnico (a fim de evitar a ao do mosquito), alm de no utilizar agulhas utilizadas por terceiros, que diminuem a probabilidade de ser contaminado. Vale ressaltar, tambm, que existem repelentes especiais para ces, evitando que sejam picados pelos Lutzomia. 18. A preveno da doena nos ces atravs da imunoprofilaxia aparece como uma das poucas alternativas para o controle. Alm disso, no existe tratamento eficaz ou profiltico para o co infectado56 19. 20. AMEBASE Parasita Causador:Entamoeba histolytica

  • Sintomas
  • Diagnstico
  • Tratamento
  • Preveno

21. TOXOPLASMOSE CONGNITA Parasita Causador:Toxoplasma gondii

  • Hospedeiros intermedirios
  • Hospedeiros definitivos
  • Epidemiologia
  • Como se pega Toxoplasmose ?
  • Medidas de Preveno

22. 23. 24. PROTOZORIOS... 25. Apesar de possuir um tamanho microscpico , hoje se sabe que os protozorios contribuem substancialmente com o metabolismo de ambientes aquticos e terrestres, servindo de ligao entre diferentes nveis trficos 26. OS PROTOZORIOS NA BIOTECNOLOGIA 27. BIOTECNOLOGIA A definio ampla de biotecnologia o uso de organismos vivos ou parte deles, para a produo de bens e servios. Por outro lado a biotecnologia moderna se considera aquela que faz uso da informao gentica, incorporando tcnicas de DNA recombinante. 28. PROTOZORIOS NO SISTEMA DE LODOS ATIVADOS Aspidisca costata Opercularia coarctata Trachelophyllum pusillum Vorticella Colpoda Lionotus 29. OS EFEITOS BENFICOS DOS PROTOZORIOS

  • De todos os microrganismos existentes, apenas 5% so patognicos
  • Decompem organismos mortos;
  • Fazem parte do zooplncton, inserindo a matria vegetal nas cadeias alimentares aquticas;
  • vivem no interior do corpo de animais herbvoros, onde, juntamente com bactrias, ajudam a digerir a celulose.;
  • Protozorios flagelados do gnero Trichonympha vivem no intestino de cupins, participando da digesto da celulose da madeira (Mutulismo);
  • muitos flagelados autotrficos precisam consumir bactria, pois s a fotossntese no suficiente...

30. 31. 32. 33. OBRIGADO PELA ATENOBOM DIA !