Introdução ao Cabeamento

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    02-Dec-2015
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  • Especificaes do Propagation Delay e Delay Skew para o cabo UTP de 4 paresAdendo n 1 da 568-A

    1. Introduo2. Proposta e Alcance3. Aplicabilidade4. Especificaes de cabos de 4 pares 100 4.1. Propagation Delay para cabos de 4 pares4.2. Propagation Delay Skew para cabos de 4 pares

    1. IntroduoA performance de transmisso depende das caractersticas do cabo, hardware de conexo, patch cords e cabeamentoda conexo cruzada, o nmero total de conexes, e o cuidado com o qual foram instaladas e fabricadas. Odesenvolvimento de certas aplicaes high speed chamou a ateno da TIA para a necessidade por requerimentosadicionais de transmisso como o delay skew para sistemas de cabeamento de 4 pares 100. Os parmetrosadicionais descritos aqui so o propagation delay e o delay skew. Propagation delay o tempo necessrio para atransmisso do sinal por um nico par do cabeamento 4 pares 100. Delay skew a diferena no propagation delayentre dois pares quaisquer envoltos no mesmo cabo.Este parmetro exigido por aplicaes que usam mltiplospares para transmisses em paralelo. Este adendo especifica os requerimentos de propagation delay e delay skewpara cabos de 4 pares 100, incluindo mtodos de medio e variabilidade permitida em operaes afetadas porcondies ambientais. Os limites especificados aqui permitem a configurao mxima do canal como definida naTIA-568-A em laboratrio. Embora estas sejam novas especificaes, muitos dos cabos submissos TIA/EIA-568-Aprovavelmente esto de acordo em estas especificaes.ndice

    2. Proposta e AlcanceEste documento especifica o propagation delay para cabos de 4 pares 100 de todas as categorias. O documentotambm especifica o delay skew para cabos de 4 pares de todas as categorias reconhecidas. Relacionado a estas duasespecificaes, este adendo especificar a variabilidade permitida do alcance operacional da temperatura. Mtodosde medio em laboratrio e clculos usados no alcance da freqncia especfica esto includos nestasespecificaes. Requerimentos para teste de campo no so cobertos por esta norma.ndice

    3. AplicabilidadeOs requerimentos de transmisso especificados aqui aplicam-se a cabos de 4 apres 100 especificados na NormaANSI/TIA/EIA-568-A. Este adendo especifica requerimentos adicionais de performance para cabos UTP de 4 pares100 cabos STP. Submeter-se a esta especificao no implica compatibilidate com cabos que tm valores deimpedncia nominal na ordem de 100. ndice

    4. Especificaes de cabos de 4 pares 100Os requerimentos para propagation delay e delay skew apresentados nesta seo assumem que o cabo ocontribuidor predominante de delay skew de um canal.Observao: Propagation delay e propagation delay skew para cabos UTP multipares esto em estudo. ndice

    4.1 Propagation delay para cabos de 4 paresO propagation delay para qualquer par de um cabo de 4 pares 100 submisso Norma TIA-568-A deve determinara freqncia de acordo com a ASTM D 4566. A equao seguinte deve ser usada par calcular o maior propagationdelay permissvel de todas as freqncias entre 1.0 MHz e a maior freqncia de uma determinada categoria. Aequao deve ser usada para conformidar os cabos da categoria 3, 4, e 5; os valores mostrados na tabela so apenaspara informaes. A equao calcula o propagation delay a 570 ns/100 m a 1 MHz.

    delay(ns / 100)

  • 1 570 58,5% 4510 545 61,1% 45100 538 62,0% 45

    ndice

    4.2 Propagation delay skew para cabos de 4 paresA diferena no propagation delay entre o mais rpido e o mais lento par de um cabo no deve exceder 45 ns/100mentre 1 MHz e a maior freqncia de uma determinada categoria quando medida de acordo com a ASTM D 4566 a20C, 40C, e 60C. Existe uma funo adicional que exige que o skew entre a combinao de todos os pares novarie mais que 10ns desde o valor medido a 20C, at a medio a 40C e a 60C. A conformidade deve serdeterminada usando no mnimo 100m de cabo.ndice

    Correes e Acrscimos para a Norma 568-AAdendo n 2

    PropostaEste adendo publicado para modificar certas exigncias da Norma ANSI/TIA/EIA-568A e para providenciar novasexigncias para itens onde novas publicaes tcnicas surgiram devido evoluo da tecnologia. 1. Topologia EstrelaO cabeamento ptico centralizado projetado como uma alternativa conexo cruzada localizada no armrio detelecomunicaes, quando utilizando um cabo ptico de 62.5/125m na horizontal em suporte a equipamentoseletrnicos centralizados. Usurios que desejam desdobrar um sistema de cabeamento centralizado devem consultara Norma TIA/EIA TSB-72 em Diretrizes de Cabeamento ptico Centralizado.2. Conexes Cruzadas e IntrconexesO cabeamento ptico centralizado projetado como uma alternativa conexo cruzada localizada no armrio detelecomunicaes, quando utilizando um cabo ptico de 62.5/125m na horizontal em suporte a equipamentoseletrnicos centralizados. Usurios que desejam desdobrar um sistema de cabeamento centralizado devem consultara Norma TIA/EIA TSB-72 em Diretrizes de Cabeamento ptico Centralizado.3. Projeto da Conexo CruzadaAcrescentar: O hardware de conexo usado por cabeamento UTP de 100 no pode conter pares transpostos (por exemplo,transposio dos pares 2 e 3) ou pares reversos (tambm chamado ponta/anel reversos).Observao: Enquanto algumas aplicaes de rede exigem a pares transmissores e receptores sejam trocados, deveser notado que tais adpataes de aplicaes especficas so realizadas usando adaptadores, cords da rea detrabalho o cords de equipamento que esto alm do alcance da norma.4. Testes de CampoAcrescentar:Teste de campo de rotas de cabeamento UTP em freqncias de at 100 MHz abordado na norma TIA/EIA TSB-67. Parmetros adicionais de transmisso esto em estudos.

    ESPECIFICAES DE INFRA-ESTRUTURA DO CABEAMENTO ESTRUTURADO(Commercial Building Standards For Telecommunicatios Pathways and Spaces)

    A prioridade desta norma prover as especificaes do projeto e direo para todas asinstalaes do prdio relacionadas aos sistemas de cabeamento de telecomunicaes ecomponentes. Este padro identifica e enderea seis componentes proeminentes dainfraestrutura do prdio: facilidade de entrada, sala(s) de equipamentos, rotas de backbone,armrios de telecomunicaes, rotas horizontais e reas de trabalho.

    1. Facilidade de Entrada (Entrance Facility)2. Sala de Equipamentos (Equipment Room)3. Consideraes Gerais de Projeto (General Design Considerations)

  • 3.1. Referncias ao tamanho (Sizing Issues)3.2. Outras Referncias Sala de Equipamentos (Other Equipment Room Design Issues)4. Rotas Inter-Edifcios (Inter-Building Pathways)5. Rotas Inter-Edifcios de Backbone Subterrneo (Underground Inter-Building Backbone Pathways)6. Rotas Diretamente Enterradas de Backbone Inter-Edifcios(Direct Buried Inter-Building Backbone Pathways)7. Rotas Areas de Backbone Inter-Edifcios(Aerial Inter-Building Backbone Pathways)8. Rotas Inter-Edifcios de Backbone em Tnel(Tunnel Inter-Building Backbone Pathways)9. Rotas Intra-Edifcio (Intra-Building Pathways)10. Rotas de Backbone Verticais (Vertical Backbone Pathways)11. Rotas de Backbone Horizontais (Horizontal Backbone Pathways)11.1. Design Issues (Referncias ao Projeto)12. Armrio de Telecomunicaes (Telecommunications Closet - TC)12.1. Consideraes Gerais de Projeto (General Design Considerations)12.2. Referncias ao Tamanho e Espaamento (Size and Spacing Issues)12.3. Outras Referncias ao Projeto (Other TC Desing Issues)13. Rotas Horizontais (Horizaontal Pathways) 14. Duto Subterrneo (Underfloor Duct)15. Piso de Acesso (Acess Floor)16. Condute (Conduit)17. Bandejas de Cabos e Wireways (Cable Trays and Wireways)18. Rotas de Teto (Ceiling Pathways)19. Rotas de Permetro (Perimeter Raceways)20. No fazem parte da norma21. rea de Trabalho (Work Area)22. reas de Trabalho (Work Areas)23. Sadas de Telecomunicaes (Telecommunications Outlets)

    1. FACILIDADE DE ENTRADA (Entrance Facility)ANSI/TIA/EIA569-A define uma facilidade de entrada como qualquer local onde os servios detelecomunicaes entram em um prdio e/ou onde h rotas de backbone vinculadas a outrosedifcios no campus onde esto localizados. A facilidade de entrada pode conter dispositivoscom interface de redes pblicas bem como equipamentos de telecomunicaes. As normasrecomendam que o local da facilidade de entrada deve estar em uma rea seca, perto das rotasde backbone vertical.ndice

    2. SALA DE EQUIPAMENTOS (Equipment Room)Uma sala de equipamentos definida como qualquer espao onde localizam-se equipamentosde telecomunicaes comuns aos residentes, ou funcionrios, de um edifcio. No projeto elocalizao da sala de equipamentos, deve ser considerado o aumento do nmero deequipamentos e infiltraes de gua. A acessibilidade tambm deve ser considerada, uma vezque os equipamentos desta sala normalmente so grandes. O tamanho mnimo recomendadopara esta sala de 14 m2(150ft2).ndice

    3. CONSIDERAES GERAIS DE PROJETO (General Design Considerations)Sala de equipamentos: um nico e centralizado espao onde esto alojados os equipamentos detelecomunicaes de um edifcio.

    Equipamentos comuns incluem PABXs, computadores e perifricos como mainframesand video swithces.

  • Somente equipamentos diretamente relacionados ao sistema de telecomunicaes,controle de sistema e sistema de suporte ambiental so alojados na sala deequipamentos.

    Idealmente, a sala de equipamentos deve localizar-se prxima rota do backboneprincipal para permitir conexes mais fceis ao backbone.

    ndice

    3.1. REFERNCIAS AO TAMANHO (Sizing Issues) Uma sala de equipamentos ajustada (tamanho) para atender aos requerimentos conhecidosde tipos especficos e equipamentos.

    O projeto de uma sala de equipamentos deve permitir uma ocupao no uniforme doedifcio.

    A prtica recomendada prover 0,07m2 (0.75ft2) de espao da sala de equipamentospara cada 10 m2 (100ft2 ) de espao utilizvel do piso (reas de trabalho).

    Se a densidade da rea de trabalho aumentar, providenciar mais espao na sala deequipamentos.

    Edifcios multi-inquilino podem ter uma nica sala de equipamentos alojando equipamentos detodos os inquilinos, ou cada inquilino pode ter sala de equipamentos individuais dedicadas aoseu prprio equipamento.Edifcios de usos especiais como hospitais e hotis devem calcular a rea do espao da sala deequipamentos baseando-se no nmero de reas de trabalho, e no na rea utilizvel do andar.ndice

    3.2. OUTRAS REFERNCIAS SALA DE EQUIPAMENTOS (Other Equipment Room Design Issues)Tenha certeza de que a capacidade do piso suficiente para agentar a distribuio econcentrao do peso dos equipamentos instalados.A sala de equipamentos no deve estar localizada abaixo de um piso que contm caixa(s) degua; isto deve ser obedecido a fim de evitar-se possveis infiltraes.Considere-se tambm:

    Fontes de interferncia eletromagntica, vibrao, altura da sala, contaminaes,sistemas de irrigao, HVAC (equipamento dedicado sala de equipamentos),terminaes internas, iluminao, energia, fundao e preveno a incndios.

    ndice

    4. ROTAS INTER-EDIFCIOS (Inter-Building Pathways)Em um ambiente de campus, rotas inter-edifcios so necessrias na conexo de edifciosseparados. As listas ANSI/TIA/EIA-569-A de padro de subsolo, aterramento, areo e tnel soas principais tipos de rotas usadas.ndice

    5. ROTAS INTER-EDIFCIO DE BACKBONE SUBTERRNEO (Underground Inter-Building Backbone Pathways)Uma rota subterrnea considerada um componente da facilidade de entrada. Paraplanejamento de rota deve-se considerar o seguinte:

    Limitaes ditadas pela topologia (isto inclui local e desenvolvimento). Graduao da rota subterrnea para permitir drenagem formal. Ventilao a fim de evitar acumulao de gases. O trfico de veculos para determinar a espessura da camada que cobre a rota e se a

    mesma deve ou no ser de concreto. Rotas subterrneas consistidas por condutes, dutos e cochos; possivelmente incluindo

    poos de inspeo. Curvas no so recomendadas; se necessrias no devero haver mais do que duas

    curvas de 90. ndice

  • 6. ROTAS DIRETAMENTE ENTERRADAS DE BACKBONE INTER-EDIFCIOS (Direct Buried Inter-Building Backbone Pathways)Uma rota diretamente enterrada considerada um componente da facilidade de entrada.

    Nestes casos, os cabos de telecomunicaes so completamente cobertos pela terra. O enterro direto de cabos de telecomunicaes realizado por escavamento, augering ouperfurao (pipe-pushing).

    Arado no aceito pelas normas. Quando selecionada uma direo para a rota, importante considerar a existncia de jardins,cercas, rvores, reas pavimentadas e outros possveis servios.ndice

    7. ROTAS AREAS DE BACKBONE INTER-EDIFCIOS(Aerial Inter-Building Backbone Pathways)Uma rota area considerada um componente da facilidade de entrada. Nestes casos, afacilidade consiste em plos, cabos auto-sustentveis e sistema de suporte. Algumasconsideraes no uso de backbone areo:

    Aparncia em relao a edifcios reas prximas Cdigos aplicveis Separao e espao entre rede eltrica e estradas.

    ndice

    8. ROTAS INTER-EDIFCIOS DE BACKBONE EM TNEL(Tunnel inter-Building Backbone Pathways)Tneis proporcionam rotas conduzidas por condutes, bandejas, fiao eltrica ou auto-sustentao. A localizao das rotas em um tnel deve ser projetada para permitiracessibilidade bem como separao de outros servios.ndice

    9. ROTAS INTRA-EDIFCIO (Intra-Building Pathways)Rotas de backbone intra-edifcio so usadas para alojar cabos entre a sala de equipamentos e afacilidade de entrada, entre a facilidade de acesso e os armrios de telecomunicaes e entre asala de equipamentos e os armrios de telecomunicaes. Essas rotas tambm podem serusadas como condutes, mangas, fendas ou bandejas de cabos. muito importante assegurar que todas as rotas de backbone estejam corretamenteprotegidas de incndios segundo as normas aplicveis.ndice

    10. ROTAS DE BACKBONE VERTICAIS(Vertical Backbone Pathways)Faz o alinhamento vertical dos armrios de telecomunicaes. Armrios localizados em pisosseparados so conectados com mangas ou fendas. Poos de elevador no so recomendadospara alojamento de rotas de backbone verticais.ndice

    11. ROTAS DE BACKBONE HORIZONTAIS(Horizontal Backbone Pathways)Se um armrio de telecomunicaes no pode ser alinhado verticalmente a um backbone acimaou abaixo, ou se um armrio no pode ser alinhado verticalmente com a facilidade de acesso ousala de equipamentos, uma rota de backbone horizontal usada para conect-los.ndice

    11.1 REFERNCIAS AO PROJETO (Design Issues)Quando so usados condutes (100 mm) ou mangas, recomenda-se as seguintes especificaespara uma rota de backbone :

    Uma manga ou condute a cada 500 m2 de rea utilizvel do piso deve ser destinado aosistema de backbone.

  • Alm disso, duas mangas ou condutes sobressalentes para um mnimo de trs. Condute, manga, e bandeja possuem especificaes que podem ser encontradas nesta norma.ndice

    12. ARMRIO DE TELECOMUNICAES (Telecommunications Closet TC)Um armrio de telecomunicaes definido como um espao onde feito o ponto de transioentre backbone e rotas de distribuio horizontais. TCs contm equipamentos detelecomunicaes, equipamentos de controle, terminaes de cabos e cabeamento em conexocruzada.ndice

    12.1 CONSIDERAES GERAIS DE PROJETO (General Design Considerations)A localizao do armrio de telecomunicaes deve ser tanto fechada como tambm prtica aocentro da rea do piso ao qual ir servir. prefervel que o TC esteja localizado na rea central.A rea que o TC ocupa no deve ser compartilhada por equipamentos eltricos.ndice

    12.2. REFERNCIAS A TAMANHO E ESPAAMENTO (Size and Spacing Issues) recomendado que haja pelo menos um armrio de telecomunicaes por piso; TCs adicionaisso recomendadas quando:

    A rea utilizvel servida pelo TC maior do que 1000 m2. Deve haver um armrio de telecomunicao a cada 1000 m2 de rea utilizvel. Por regra estima-se como rea utilizvel 75% da rea total do piso. O comprimento que o cabo de distribuio horizontal requer para alcanar as work

    stations maior do que 90 m. Quando h mltiplos TCs em um nico piso, recomenda-se interconectar estes armrios comao menos um condute (tamanho comercial 3) ou equivalente.Pretendendo-se uma rea de trabalho a cada 10 m2, o armrio de telecomunicaes deve Ter asseguintes dimenses:

    rea do piso utilizvel (m2) Dimenses do armrio (m)1000 3 x 3,4800 3 x 2,8500 3 x 2,2

    ndice

    12.3. OUTRAS REFERNCIAS AO PROJETO(Other TC Desing Issues)A carga suportada pelo piso deve ser menos de 2.4kPa.Duas paredes de 2.6m(8ft) de altura, so forradas com 20 mm de madeira para prender oequipamento.Iluminao suficiente deve ser providenciada. Parede, piso e limites do teto devem seriluminados por luzes coloridas para melhorar a iluminao da sala. No deve haver forro noteto. Para equipamentos ligados a corrente eltrica, ao menos duas tomadas duplas emcircuitos separados devem ser providenciadas. Para maior convenincia, estes tipos de tomadasdevem estar localizados em intervalos de 1,8 m por todo o permetro da sala. Existeminstncias quando deseja-se ter um painel ligado a energia instalado no armrio detelecomunicaes. Penetraes no armrio (mangas, fendas, rotas horizontais) devem serapropriadamente protegidos contra chamas segundo as normas aplicveis. Segurana eproteo contra incndios devem ser providenciadas. recomendado contnuo aquecimento,ventilao e ar condicionado (HVAC Heating, Ventilation and Air Conditioning) 24 horas pordia, 365 dias por ano.ndice

    13. ROTAS HORIZONTAIS (Horizontal Pathways)Rotas horizontais so facilmente usadas em instalaes de cabeamento horizontal partindo doponto da rea de trabalho at o armrio de telecomunicaes. Estas rotas devem ser projetadas

  • para guiar todo tipo de cabo incluindo UTP e fibra ptica.Quando procura-se o dimetro ideal da rota, sempre considerar a quantidade e dimetrodos cabos que iro passar por ela permitindo futuro aumento desta quantidade. Segue-se abaixo uma lista e breves descries das rotas reconhecidas pela normaANSI/TIA/EIA-569.ndice

    14. DUTO SUBTERRNEO (Underfloor Duct)Dutos subterrneos podem ser um sistema de distribuio retangular e dutos de alimentaoou uma rede de rotas embutidas no concreto.

    Dutos de distribuio so aqueles dos quais fios e cabos surgem em uma rea detrabalho especfica.

    Dutos de alimentao so aqueles que conectam os dutos de distribuio ao armrio detelecomunicaes.

    Para uso geral, na prtica providencia-se 650 mm2 de dutos de seco cruzada subterrnea por10 m2 de rea utilizvel do piso. Isto aplica-se a dutos de distribuio e dutos de alimentao.Isto baseia-se no seguinte:

    Trs dispositivos por rea de trabalho. Uma rea de trabalho por 100 m2.

    ndice

    15. PISO DE ACESSO (Access Floor)O piso de acesso composto por painis modulares suportados por pedestais com ou semfortificaes. Usado em sala de equipamentos e computadores bem como reas de escritrio emgeral. necessrio projetar as penetraes do piso para cada tipo e nmero de reas detrabalho. Penetraes podem localizar-se em qualquer lugar do piso de acesso. Sadas deservio no devem localizar-se em reas de trfico ou qualquer rea onde possam causar riscosaos ocupantes.ndice

    16. CONDUTE (Conduit)Tipos de condute incluem tubos metlicos, condutes de metal rgido e PVC. O tipo de conduteutilizado deve obedecer aos Local Building and Electrical codes (Cdigos de Edificao local eEletricidade). Condutes de metal flexvel no so recomendados, devido possibilidade deproblemas com a abraso do cabo. O uso de condutes em um sistema de rota horizontal paratelecomunicaes deve ser considerado apenas quando:

    As sadas de telecomunicaes tm localizao permanente. A densidade de dispositivos baixa. No necessrio flexibilidade.

    As exigncias de condutes instalados para manuteno, proteo final e continuidade soespecificadas nas normas eltricas apropriadas. Nenhuma seo de condute pode ser maisextensa do que 30m. Nenhuma seo de condute pode conter curvas mais acentuadas do que90 entre pull points e pull boxes.ndice

    17. BANDEJAS DE CABO E ELETROCALHAS (Cable Trays and Wireways)Estas so estruturas rgidas para reteno de cabos de telecomunicaes. Estruturas pr-fabricadas consistidas por trilhos aos lados e um fundo slido ou ventilado. Bandejas eeletrocalhas podem localizar-se acima ou abaixo do teto em aplicaes planas ou no. Para usogeral, na prtica providencia-se 650mm2 de bandeja de seo cruzada ou rea de wireway paracada 10m2 de espao utilizvel do piso. Isto baseado nas seguintes suposies:

    Trs dispositivos por rea de trabalho. Uma rea de trabalho por 10m2 .

    ndice

  • 18. ROTAS DE TETO (Ceiling Pathways)Algumas condies para sistemas de distribuio em teto:

    reas inacessveis do teto (azulejos, paredes secas, gesso) no podem ser usadas comorotas de distribuio.

    Azulejos do teto devem ser removidos e colocados a uma altura mxima de 3,4m acimado piso.

    Deve haver adequado e satisfatrio espao disponvel na rea do teto para o esquemarecomendado de distribuio. Um mnimo de 75mm de espao vertical livre precisaestar disponvel.

    Precisa haver meios satisfatrios de suporte a cabos e fios. No podem estardiretamente colocados sobre azulejos ou trilhos.

    Rotas de permetro devem ser providenciadas onde so exigidas por norma ou projeto. ndice

    19. ROTAS DE PERMETRO (Perimeter Raceways) Usados para servirem reas de trabalho onde dispositivos de telecomunicaes podem seralcanados por paredes em nveis convenientes.

    O tamanho da sala fator determinante para o uso de rotas de permetro. Na prtica a capacidade da rota de permetro varia de 30% a 60% dependendo do raio

    de curvatura do cabo. ndice

    20. NO FAZEM PARTE DA NORMACalhas (Overfloor raceways)Cabeameno Exposto (Exposed wiring)Poke-thru ndice

    21. REA DE TRABALHO (Work Area)reas de trabalho so genericamente descritas como locais onde ocupantes do prdio interagemcom dispositivos de telecomunicaes. reas de trabalho devem ter espao suficiente para oocupante e equipamento adequado. Os outlets de telecomunicaes representam a conexoentre o cabo horizontal e os dispositivos de conexo dos cabos na rea de trabalho.ndice

    22. REAS DE TRABALHO (Work Areas)Recomendaes para reas de trabalho cobertas referem-se apenas s especificaes para rotasde telecomunicaes e outlets de telecomunicaes.Rotas de telecomunicaes da rea de trabalho.Rotas de moblia.Se rotas de telecomunicaes esto incorporados a moblia ou parties, devem concordar com:

    Todas as normas eltricas apliceis. UL 1286, "Moblias de escritrio" (Office Furnishings").

    Os fabricantes devem ser consultados para determinar a capacidade de rotas e caractersticasopcionais disponveis.

    reas de recepo, centros de controle, reas de atendimento.Tipicamente estas reas tm uma grande demanda de equipamentos de telecomunicaes:

    Recomenda-se que tenham independente, rotas diretas do armrio de telecomunicaespara estas reas.

    ndice

    23. SADAS DE TELECOMUNICAES (Telecommunications Outlets)Um exemplo de ponto de conexo uma caixa eltrica 100 x 100 mm com um cabo horizontalterminado em faceplate connectors. Dispositivos de telecomunicaes na rea de trabalho soconectados ao faceplate. necessrio considerar o nmero e tipo de dispositivos a serem

  • conectados. Dispositivos tpicos de telecomunicaes incluem telefones, computadores pessoais(PCs), terminais grficos ou de vdeo, fax e modems. Pelo menos uma caixa de sada (outlet box)ou anel de gesso (plaster ring) deve ser providenciado para cada rea de trabalho. Para reasonde no futuro ser difcil adicionar caixas de sada ou anis de gesso, pelo menos duas sadasou anis de gesso so recomendados na instalao inicial.ndice

    Especificaes da Administrao e Identificao dos Sistemas de CabeamentoEstruturado

    (Administration Standard for the Telecommunications Infrastruture of CommercialBuildings)

    1. Objetivo da ANSI/TIA/EIA-606(Objective of ANSI/TIA/EIA-606)2. reas de Administrao (Areas of Administration)3. Conceitos de administrao (Administration Concepts)4. Codificao por cores dos campos de terminao(Color Coding of Termination Fields)5. Resumo das informaes de registro exigidas6. Regras Gerais (General Rules)7. Especificaes de cores

    1. Objetivo da ANSI/TIA/EIA-606(Objective of ANSI/TIA/EIA-606)O objetivo primrio da norma de administrao providenciar um esquema de administraouniforme independente das aplicaes. Espera-se diversas alteraes das aplicaes durante avida til das normas.ndice

    2. reas de Administrao (Areas of Administration)A norma visa cinco reas:Espaos de telecomunicaes so as reas onde as terminaes esto localizadas: reas detrabalho, armrios de telecomunicaes, salas de equipamentos, facilidades de entrada, caixasde passagem grandes e em tamanhos menores.Rotas de telecomunicaes entre terminaes que contm mdia de transmisso: rota dedistribuio horizontal, backbone de distribuio intra-edifcio, backbone de distribuio inter-edifcios, rota do sistema de aterramento e rota de entrada.Mdia de transmisso de telecomunicaes a mdia entre terminaes: cabo dedistribuio horizontal, cabo do backbone de distribuio intra-edifcio, cabo do backbone dedistribuio inter-edifcios e cabo de entrada.Hardware de terminao inclue as posies das terminaes da mdia de transmisso:hardware de conexo-cruzada horizontal e posies de terminao, hardware de conexocruzada principal e posies de terminao e informaes da emenda.Links e aterramento aplicveis infra-estrutura de telecomunicaes: equipamentovinculando condutores, barramento do aterramento e barramento principal do aterramento.Uso final e esquemas de aplicaes especficas no so includas nesta norma.ndice

    3. Conceitos de administrao (Administration Concepts)A norma ANSI/TIA/EIA-606 baseada em trs conceitos de administrao:

    Identificadores nicos Registros

  • Ligaes Cada componente da infra-estrutura de telecomunicaes atribui uma nica etiquetavinculando o componente ao seu registro correspondente. Registros contm informaes ourelatrios sobre um componente especfico. Todos os registros contm as informaes exigidas,as ligaes exigidas, informaes adicionais e outras ligaes. Ligaes so consideradasconexes "lgicas" entre identificadores e registros bem como vnculos entre um registro eoutro.ndice

    4. Codificao por cores dos campos de terminao(Color Coding of Termination Fields)A codificao por cores dos campos de terminao pode simplificar a administrao do sistemade cabeamento de telecomunicaes. A codificao por cores baseada nos dois nveishierrquicos da configurao estrela do cabeamento do backbone.O primeiro nvel inclue o cabeamento da conexo cruzada principal ao armrio detelecomunicaes (TC) no mesmo edifcio ou de uma conexo cruzada intermediria a umedifcio remoto, como em um ambiente de campus.O segundo nvel inclue o cabeamento entre dois TCs em um edifcio contendo a conexocruzada principal ou entre uma conexo cruzada intermediria e um TC em um edifcio remoto.Todos os componentes do sistema de cabeamento precisam ser identificados e etiquetados. Huma quantia mnima de informaes a serem coletadas e registradas por cada componente comas informaes exigidas e ligaes a outros registros.ndice

    5. Resumo das informaes de registro exigidasRegistro docomponente

    Informao exigida Ligaes Exigidas

    Espaos Identificador do espaoTipo do espao

    Registros das rotasRegistros do caboRegistros do aterramento

    Rotas Identificador da rotaTipo da rotaOcupao da rotaCarregamento da rota

    Registros do caboRegistros do espao (trmino eacesso)Outros registros da rotaRegistros do aterramento

    Cabo Identificador de caboTipo do caboPar no terminado / nmero decondutoresPar danificado / nmero decondutoresPar disponvel / nmero decondutores

    Registros da posio da terminao(ambas as pontas)Registros da emendaRegistros da rotaRegistro do aterramento

    Hardware deTerminao

    Identificador do hardware determinaoTipo do hardware de terminaoNmero de posies danificadas

    Posio dos registros de terminaoRegistros do espaoRegistros do aterramento

    Posio deTerminao

    Identificador da posio determinaoTipo da posio de terminaoCdigo do usurioPar do cabo / nmero decondutores

    Registros do caboOutros registros da posio daterminaoRegistros do hardware determinaoRegistros do espao

    Emenda Identificador da emendaTipo da emenda

    Registros do cabo (todos os cabos)Registros do espao

  • Barramento doaterramentoprincipal detelecomunicaes (TMGB)

    Identificador do TMGBTipo do barramentoIdentificador do condutor deaterramentoResistncia da terraData que foi tomada a medida

    Registros do condutor de linkRegistros do espao

    Condutor delink

    Identificador do condutor de linkTipo de condutorIdentificador do barramento

    Registros do barramento doaterramentoRegistros de rota

    Barramento dobarramento detelecomunicaes (TGB)

    Identificador do barramentoTipo do barramento

    Registros do condutor de linkRegistros do espao

    ndice

    6. Regras Gerais (General Rules)Etiquetas de terminao identificando as duas pontas do mesmo cabo precisam ser da mesmacor. Conexes cruzadas so feitas genericamente entre campos de terminao de duas coresdiferentes.ndice

    7. Especificaes de coresSo usadas estas cores ou suas equivalentes:Cor Elemento identificadorLaranja Ponto de demarcao (terminao do escritrio central)Verde Terminao de conexes de rede no ponto de demarcao (lado

    cliente)Rosa Terminao de cabos originada de equipamentos comuns (PBXs,

    computadores, LANs e multiplex)Branco Primeiro nvel da terminao de mdia do backbone de

    telecomunicaes no edifcio contendo a conexo cruzada principal(conexo cruzada principal ao TC ou conexo cruzada principal aolocal intermedirio da conexo cruzada)

    Cinza Segundo nvel da terminao de mdia do backbone detelecomunicaes no edifcio contendo a conexo cruzada principal(local intermedirio da conexo cruzada ao TC)

    Azul Terminao da mdia da estao de telecomunicaes; exigidosomente no TC e sala de equipamentos ao final do cabo, e no nooutlet de telecomunicaes.

    Marrom Terminaes do cabo do backbone inter-edifcios (conexo cruzadaprincipal conexo cruzada intermediria remota)

    Amarelo Terminao de circuitos auxiliares, alarmes, manuteno, seguranae outros circuitos menores.

    Vermelho Terminaondice

    inicio

    Especificaes de Aterramento e Links dos Sistemas de Cabeamento Estruturado (Grounding and Bonding Requirements for Telecommunications in Commercial

    Buildings)O objetivo primrio desta norma providenciar especificaes claras sobre aterramento e linksrelacionadas a infra-estrutura de telecomunicaes do edifcio.

  • 1. Glossrio2. Componentes de links de aterramento2.1. Condutor de link de telecomunicaes (Bonding Conductor for Telecommunications)2.2. Backbone de link de telecomunicaes (TBB)2.3. Aterramento backbone de telecomunicaes interconectando condutor aterramento(TBBIBC)2.4. Barramento do Aterramento Principal de Telecomunicaes (TMGB)2.5. Barramento do Aterramento de Telecomunicaes(Telecommunications Groundign Busbar - RGB)2.6. Links Estrutura de Metal de um Edifcio(Bonding to the Metal Frame of a Building)

    1. GlossrioAterramento significa acoplamento permanente de partes metlicas com o propsito de formarum caminho condutor de eletricidade tanto quanto assegurar continuidade eltrica e capacitaruma conduo segura qualquer que seja o tipo de corrente.Condutor de link para telecomunicaes um condutor usado para interconectar a infra-estrutura do link de telecomunicaes ao servidor (fornecedor de energia) do edifcio.Aterramento efetivo refere-se a uma conexo intencional atravs da terra at um conectorsubterrneo com impedncia suficientemente baixa. preciso haver corrente com capacidadesuficiente para prevenir a acumulao de voltagem que potencialmente resultaria em um riscodesnecessrio a equipamentos e pessoas.Aterro uma intencional ou acidental conexo entre um circuito eltrico ou equipamento esolo ou corpo condutor servindo em algum lugar do solo.Condutor subterrneo de eletrodo (Ground electrode conductor) um condutor usado paraconectar o eletrodo suberrneo:

    Ao equipamento condutor subterrneo. Ao condutor subterrneo do circuito no equipamento servidor. fonte de um sistema separado.

    Backbone de link de telecomunicaes um condutor de cobre usado para conectar oaterramento principal de telecomunicaes ao aterramento de telecomunicaes localizado nopiso mais distante.Backbone de link de telecomunicaes interconectando condutor de link (TBBIBC) umcondutor usado para backbones de link de telecomunicaes.Barramento do aterramento principal de telecomunicaes (TMGB) refere-se a uma busbar"linkada" a um servidor aterrada pelo condutor do link de telecomunicaes. O TGB deve estarem um local conveniente e acessvel.ndice

    2. Componentes de Links e Aterramento2.1. Condutor de link de telecomunicaes (Bonding Conductor for Telecommunications)Este condutor usado para vincular o TMGB ao servidor o qual est conectado ao condutor deeletrodo subterrneo. Existem trs importantes consideraes a respeito de condutores de link:

    O condutor central de cobre precisa ser isolado e ser ao menos do tamanho 6 AWG. Estes condutores no devem localizar-se em condutes metlicos. Se isso no puder ser

    evitado, os condutores precisam ser vinculados a cada sada do condute se a distnciafor maior que 1m(3) de comprimento.

    Assegurar que estes condutores de link esto propriamente marcados com etiquetasverdes.

    ndice

  • 2.2. Backbone de link de telecomunicaes (TBB)Este um condutor separado usado para interconectar todos os TGBs ao TMGB. O TBB iniciano TMGB e extende-se atravs do edifcio usando rotas do backbone de telecomunicaes. OTBB conecta-se aos TGBs em todos os armrios de telecomunicaes e salas de equipamentos.A funo primria do TBB reduzir ou compensar diferenas entre sistemas detelecomunicaes vinculados ao ele. O projeto do TBB inclue:

    Ser consistente com o projeto do backbone de telecomunicaes do sistema decabeamento.

    Permitir mltiplos TBBs segundo o tamanho do edifcio. Projetar o comprimento mnimo do TBB. No usar o sistema de encanamento de gua do edifcio como um TBB. No usar proteo metlica do cabo como um TBB em novas instalaes. O tamanho mnimo do condutor 6 AWG. Mltiplos TBBs verticais precisam estar vinculados no superior e a cada 3 andares

    usando um TBB interconectando o condutor do link. TBBs devero ser instalados sem emendas.

    ndice

    2.3. Aterramento backbone de telecomunicaes interconectando condutor aterramento(TBBIBC)O TBBIBC um condutor que interconecta TBBs.ndice

    condutlink2.4. Barramento do Aterramento Principal de Telecomunicaes (TMGB)O TMGB serve como uma extenso dedicada ao sistema de eletrodo subterrneo do edifcio dainfraestrutura de telecomunicaes. Tambm atua como ponto central de conexo para TBBs eequipamento. Algumas consideraes do projeto de um TMGB:

    Tipicamente h um TMGB por edifcio. O TMGB pode ser extendido usando e seguindoas regras dos TGBs.

    TMGB precisa ser acessvel ao pessoal de telecomunicaes. Normalmente localiza-se nasala de entrada ou na sala de telecomunicaes principal. Sua localizao deveminimizar o comprimento do condutor do link para as conexes de telecomunicaes.

    Os TMGBs tm um mnimo de 6mm de espessura, 100mm de largura e comprimentovarivel.Assegurar que o tamanho da barra permite futuro crescimento.

    ndice

    2.5. Barramento do Aterramento de TelecomunicaesTelecommunications Groundign Busbar (RGB)Localizado em um armrio de telecomunicaes (TC) ou sala de equipamentos, pode servircomo um ponto central de conexo para sistemas de telecomunicaes e equipamentos na reaservida pelo TC ou sala de equipamentos. Caractersticas do TGB:

    Barramento de cobre pr-perfurado fornecido com padro NEMA de buraco do parafusoe espaamento para os tipos de conectores a serem usados.

    Mnimo de 6mm de espessura por 50mm de largura, comprimento varivel. Consideraes de projeto do TGB

    TBBs e outros TGBs localizados no mesmo espao precisam ser vinculados ao TGB. Condutores de link usados entre TBB e TGB precisam ser contnuos e utilizar o

    caminho mais curto, rota direta possvel. Instalar o TGB tanto fechado quanto prtico mesa de controle. Vincule o TGB ao TBBIBC onde for necessrio.

    ndice

  • 2.6. Links Estrutura de Metal de um Edifcio(Bonding to the Metal Frame of a Building)Em prdios onde as estruturas de metal esto efetivamente aterradas, vincular cada TGB estrutura de metal no interior da sala usando um condutor n 6 AWG. Se a estrutura de metal externa mas acessvel, vincule o TGB estrutura de metla usando um condutor n 6 AWG. ndice

    incio

    ESPECIFICAES DE SISTEMAS DE CABEAMENTO ESTRUTURADO(Commercial Building Telecommunications Standard)

    Esta norma prope o mnimo de especificaes de cabeamento estruturado. A norma classifica como principaiscomponentes da estrutura de instalao:-Facilidade de entrada (Entrance facility)-Conexo cruzada principal (Main cross-connect)-Distribuio do backbone (Backbone distribution)-Conexo cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)-Distribuio horizontal (Horizontal distribution)-rea de trabalho (Work area)

    1 .Facilidade de entrada (Entrance facility)2. Conexo cruzada principal (Main cross-connect) 3. Distribuio do backbone (Backbone distribution)3.1 Diretrizes gerais de projeto (General design guidelines)3.2 Topologia (Topology)3.3 Mdia reconhecida do backbone de distribuio(Recognized backbone distribution media)3.4 Critrio de seleo de mdia (Media selection criteria)3.5 Distncias intra-edifcio e inter-edifcios do cabeamento do backbone(In-building and inter-building backbone cabling distances)4. Conexo cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)4.1 Funes do armrio de telecomunicaes (Telecommunications closet functions)4.2 Conexes cruzadas e interconexes (Cross-connections and interconnections)5. Distribuio horizontal (Horizontal distribution)5.1 Diretrizes gerais de projeto (General design guidelines)5.2 Topologia (Topology)5.3 Distncias (Distances)5.4 Mdia reconhecida de distribuio horizontal (Recognized horizontal distribution Media)5.5 Critrio de seleo de mdia (Media selection criteria)6. rea de trabalho (Work Area)6.1 Componentes da rea de trabalho (Work area components)6.2 Outlets de telecomunicaes (Telecommunications outlet/connector)6.3 Cords da rea de trabalho (Work area cords)6.4 Adaptaes especiais (Special adaptions)

    1. Facilidade de entrada (Entrance facility)A facilidade de entrada contm os cabos, hardware de conexo, dispositivos de proteo e outros equipamentosexigidos para o edifcio. Os equipamentos no interior desta sala podem ser usados para conexes de redes pblicasou privadas. incio

  • 2. Conexo cruzada principal (Main cross-connect)A sala de equipamentos de telecomunicaes pode ter a mesma localizao da conexo curzada principal. Astcnicas de cabeamento que se aplicam aos armrios de telecomunicaes (TC) tambm aplicam-se s salas deequipamentos.incio

    3. Distribuio do backbone (Backbone distribution)O backbone faz a interconexo entre TCs, salas de equipamentos e facilidades de entrada. Os componentesenvolvidos na distribuio do backbone incluem:-Cabos do backbone-Conexes cruzadas intermedirias e principais-Terminaes mecnicas-Patch cords ou jumpers para conexes backbone backboneincio

    3.1 Diretrizes gerais de projeto (General design guidelines)A vida til do cabo de backbone de pelo menos 10 anos. O projeto deve prever a quantidade mxima de cabossuportada pelo backbone no decorrer deste perodo. Cabos metlicos posicionados prximos ao backbone soconsiderados possveis fontes de interferncia eletromagntica.incio

    3.2 Topologia (Topology)O sistema do backbone de distribuio segue a topologia estrela. Cada conexo cruzada horizontal em um TC cabeada a uma conexo cruzada principal ou intermediria e ento a outra conexo cruzada principal. No podemhaver mais do que dois nveis hierrquicos de conexo cruzada.Em geral, uma conexo cruzada pode partir diretamente da conexo cruzada horizontal e chegar a conexocruzada principal. Trs ou menos conexes cruzadas podem partir de uma conexo cruzada horizontal para uma segunda conexocruzada horizontal.Sistemas projetados para topologias no-estrela (lgica, anel ou barra) podem acomodar-se normalmente natopologia estrela.Se necessrios requerimentos especiais para configuraes em barra ou anel, permitido o cabeamento diretoentre armrios de telecomunicaes. Este tipo de cabeamento um adicional topologia estrela bsica.incio

    3.3 Mdia reconhecida do backbone de distribuio (Recognized backbone distribution media)Mdia reconhecida pode ser usada individualmente ou em combinao. Estas mdias so:-cabo UTP de 100MHz -cabo STP-A DE 150MHz -cabo de fibra ptica 62.5/125m -cabo de fibra ptica monomodo-cabo coaxial de 50 ( mdia reconhecida mas no recomendada para novas instalaes)incio

    3.4 Critrio de seleo de mdia (Media selection criteria)A escolha da mdia de distribuio do backbone vai depender das caractersticas das aplicaes especficas.Fatores que influenciam nesta escolha: -flexibilidade, considerando-se os servios suportados-requisitos de vida til do cabo de backbone-tamanho do local e populao de usuriosincio

    3.5 Distncias intra-edifcio e inter-edifcios do cabeamento do backbone(In-building and inter-building backbone cabling distances)A recomendao da distncia mxima do backbone depende da aplicao. As distncias especificadas a seguir noasseguram total funcionamento do backbone:

  • Distncias mximas do backbone de distribuio

    Tipo de mdia Conexo cruzada horizontala conexo cruzada principal

    Conexo cruzada horizontal aconexo cruzada

    intermediria

    Conexo cruzada principal aconexo cruzada

    intermediria

    UTP 800m 500m 300m

    Fibra ptica62.5/125mm 2000m 500m 1500m

    Fibra pticaMonomodo 3000m 500m 2500m

    Para aplicaes de dados em alta velocidade o uso das categorias de cabo UTP 100MHz ou STP-A 150MHzcategorias 3, 4, ou 5 ser limitado a uma distncia total de 90m, isto considerando 5m a cada fim de conexo aequipamento. A capacidade que a fibra monomodo suporta de 60 km. No entanto, isto est fora dos padres.incio

    4. Conexo cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)A terminao do cabo horizontal a funo primria da conexo cruzada horizontal que est localizada em umarmrio de telecomunicaes. Cabos de todos as mdias terminam em hardware de conexo compatvel. O cabo debackbone tambm termina em hardware compatvel.incio

    4.1 Funes do armrio de telecomunicaes (Telecommunications closet functions)A funo primria conter terminaes de cabos horizontais de todos os tipos reconhecveis. Tipos de cabos debackbone reconhecveis tambm terminam aqui. Conexes cruzadas de terminaes horizontais e terminaes debackbone usando patch cords permitem flexibilidade ao extender servios s sadas e conectores detelecomunicaes. A conexo cruzada intermediria ou principal para partes do sistema de cabeamento do backbone tambm podeser encontrada no armrio de telecomunicaes separadamente da conexo cruzada horizontal.incio

    4.2 Conexes cruzadas e interconexes (Cross-connections and interconnections)

    Deslocamentos, adies ou mudanas so completamente realizadas por conexes ou interconexes. Conexescruzadas so conexes entre cabeamento horizontal e backbone ou equipamento conectando circuitos

    integrados (hardware). Conexes diretas entre equipamento e cabeamento horizontal so chamadas interconexes.

    incio

    5. Distribuio horizontal (Horizontal distribution)A distribuio horizontal uma parte do sistema de cabeamento de telecomunicaes ligando a rea de trabalho conexo cruzada horizontal no armrio de telecomunicaes. O cabeamento horizontal inclue:-cabos de distribuio horizontais-sadas de telecomunicaes na rea de trabalho-terminao mecnica do cabo de mdia-patch cords e jumpers no armrio de telecomunicaesincio

    5.1 Diretrizes gerais de projeto (General design guidelines)O sistema de distribuio horizontal precisa satisfazer aos requerimentos atuais e facilitar a manuteno erecolocao. Tambm deve-se considerar instalaes futuras de equipamentos e modificao de servios.Aps a instalao, o cabeamento horizontal normalmente menos acessvel que outros tipos de cabeamento.

  • O cabeamento horizontal est sujeito a maior parte da atividade do edifcio, aproximadamente 90%.Considerar a diversidade de possveis servios e aplicaes a serem usadas.incio

    5.2 Topologia (Topology)O sistema de distribuio horizontal deve seguir a topologia estrela. A sada de telecomunicaes na rea detrabalho deve ser conectada a uma conexo cruzada horizontal no armrio de telecomunicaes localizado nomesmo piso da rea de trabalho. Derivaes em ponte e emendas no so permitidas.incio

    5.3 Distncias (Distances)Qualquer que seja o tipo de mdia usada para distribuio horizontal, a distncia mdia de 90m(295'), quecorresponde ao comprimento total do cabo que liga a sada rea de trabalho conexo cruzada no armrio detelecomunicaes. Para cada canal horizontal permitido no mximo 10m(33') de cords da rea de trabalho, patch cords, cabos dejumpeamento (jumper wires) e cords de equipamentos (equipment cords).Na conexo cruzada horizontal o comprimento mximo dos patch cords e jumpers usados para conectar o cabohorizontal ao equipamento ou cabo do backbone no pode exceder 3m (10').incio

    5.4 Mdia reconhecida de distribuio horizontal (Recognized horizontal distribution Media)So trs as mdias recomendadas para uso:-cabo UTP de 4 pares 100MHz-cabo STP-A de 2 pares 150MHz-cabo de fibra ptica 62,5/125m (duas fibras)-cabo coaxial ainda uma mdia reconhecida mas no recomendada para novas instalaes.Cabos hbridos (mltiplos tipos de mdia envoltos no mesmo cabo) podem ser usados no sistema de distribuiohorizontal se cada tipo de mdia reconhecida concordar com as exigncias de transmisso e especificaes decores para este cabo.-no recomendado que cabos UTP de vrias categorias sejam envoltos em um mesmo cabo-especificaes crosstalk entre cabos e um cabo hbrido devem ser obedecidas - preciso que cabos UTP hbridos sejam facilmente distinguidos de cabos UTP multipares de backbone-cabo hbrido de fibra ptica pode ser chamado de cabo compostoincio

    5.5 Critrio de seleo de mdia (Media selection criteria)Cada rea de trabalho precisa ser equipada com pelo menos duas outlets de telecomunicaes. Uma outlet podeser associada com voz e a outra com dados. A primeira outlet ser um cabo UTP 4 pares 100W, categoria 3 oumaior. A segunda outlet pode ser suportada por uma das seguintes mdias:-cabo UTP 4 pares 100MHz, categoria 5 recomendada-cabo STP-A 2 pares 150MHz-cobo ptico 2 fibras, 62,5/125mincio

    6. rea de trabalho (Work Area)Os componentes da rea de trabalho so todos aqueles compreendidos entre outlet e o equipamento detelecomunicaes. No mximo 3m(10') de comprimento de cords so usados na rea de trabalho. Cabos UTP 4pares so recomendados.incio

    6.1 Componentes da rea de trabalho (Work area components)Os componentes da rea de trabalho esto fora do alcance da norma. A rea de trabalho composta por umagrande variedade de equipamentos como telefones, mquinas de fax, terminais de dados e computadores. Sogenericamente consideradas no-permanentes e passveis de mudana, caractersticas que precisam ser levadas emconsideao no projeto.incio

  • 6.2 Outlets de telecomunicaes (Telecommunications outlet/connector)A designao pino/par para cabo UTP 100MHz recomendada pela norma T568A. Para acomodar certos sistemasde cabeamento, a norma T568A aceita. A publicao FIPS PUB 174 do governos dos Estados Unidos reconhecesomente a norma T568A.incio

    6.3 Cords da rea de trabalho (Work area cords)O sistema de distribuio horizontal assume o comprimento mximo de 3m(10') de cord. Cabos e conectores podemestar de acordo ou exceder os requerimentos para patch cord.incio

    6.4 Adaptaes especiais (Special adaptions)Se aplicaes especficas de adaptaes como casadores de impedncia so necessrias, elas precisam ser externass outlets. Alguns adaptadores comumente usados:-um cabo especial ou adaptador quando o equipamento conector diferente da outlet.-adaptadores "Y" permitem que das aplicaes utilizem um nico cabo-adaptadores passivos so usados quando um tipo de cabo horizontal diferente do tipo requerido peloequipamento-adaptadores ativos quando conectam dispositivos usando diferentes esquemas de sinalizao-adaptadores permitindo transposio par para propsitos compatveis-resistores de terminao preciso considerar a compatibilidade entre adaptadores e equipamentos. Podem causar efeitos prejudiciais naperformance de transio do sistema de cabeamento de telecomunicaes. incio

    http://www.bicsi.org/portug.htmhttp://www.bicsi.org/portug.htm

    Escrito de forma clara e objetiva, o Telecommunications Distribution Methods Manualtornou-se a publicao mais respeitada internacionalemte na rea de sistemas de

    distribuio para telecomunicaes. Arquitetos, engenheiros, consultores, instaladores, e outrosprofissionais das indstrias de construo e telecomunicaes confirmam a superioridade dessemanual como fonte de referncia. O TDMM abrange todas as etapas relativas implementaodo sistema de distribuio: projeto, construo, instalao, manuteno e expanso. O LAN Design Manual, tambm publicado pela BICSI ajuda usurios a entenderem e projetarem redes locais decomputadores. Tecnologias de rede locl como ARCnet, Ethernet, Token-Ring, ATM, FDDI, AppleTalk eFastEhternet so discutidas em detalhes, com nfase em suas caractersticas tcnicas. Qualquer manual da BICSI e/ou normas de cabeamento podem ser adquiridos aqui no Brasil na empresa Global InfoCentres, atravs do telefone (011)866-7194, fax (011)866-7193 ou e-mail: [email protected], com a Srta.Megan Savage.Visite o site da BICSI caso esteja interessado em associar-se ou adquirir maiores informaes a respeito daassociao.

    Especificaes da Performance de Transmisso para Testes em Campo do cabeamentoUTP Cat. 5

    (UTP end-to-end System Performance Testing)Este Boletim de sistema de Telecomunicaes (Telecommunications system Bulletin TSB) dirigido s especificaes do campo de testes para performance ps-instalao. Estasespecificaes incluem caractersticas dos testadores de campo, mtodos de teste e um mnimode exigncias de transmisso para sistemas de cabeamento UTP. Eis alguns fatores que afetama performance: caractersticas do cabo, hardware de conexo, patch cords e conexo cruzada,nmero total de conexes e a qualidade da instalao. A norma TIA/EIA TSB-67 refere-se aduas configuraes de teste:

  • 1. Teste bsico de link (Basic link test)2. Teste de canal (Channel test)

    1. Configurao do teste bsico de link(Basic link test configuration)O teste bsico de link usado para verificar a performance do cabo permanente instalado. Esteteste inclue os seguintes componentes:At 90m de cabo horizontal: inclue um cabo do armrio de telecomunicaes (TC) a umponto de consolidao opcional e do ponto de consolidao ao outlet de telecomunicaes.Uma conexo a cada ponta do cabo horizontal.At 2m de cord de teste da unidade principal do testador de campo conexo local.At 2m de cord de teste da conexo remota unidade remota do testador de campo.

    Existem quatro parmetros de teste bsico que devem ser completados em cada link:Mapeamento (Wire Map)

    Confirma a continuidade dos 8 condutores end-to-end. Indica: pares em curto (shorts between pairs), pares cruzados (crossed pairs), pares

    reversos (reversed pairs) e pares emendados (split pairs). Comprimento (Length)

    Mede o comprimento do cabo por meios eltricos. Atenuao (Attenuation)

    Mede a perda de sinal no canal ou link bsico. O NEXT testado em todos os pontos finais do link (pontos finais local e remoto).

    NEXT Mede a quantidade de interferncia do sinal que um par causa no outro.

    2. Configurao do Teste do Canal(Chanel Test Configuration)O teste de canal usado para verificar a performance do canal por inteiro. O canal inclue osseguintes componentes:At 90m de cabo horizontal: inclue o cabo entre o TC e um ponto de consolidao (opcional) edo ponto de consolidao ao outlet de telecomunicaes.Cord da rea de trabalho.Conexes cruzadas nos armrios de telecomunicaes: pach cord ou cabo de jampeamento,cords dos armrios de telecounicaes.O comprimento total dos cords, patch cords e cabos de jumpeamento e cords da rea detrabalho no podem exceder 10m.

    incio

    Diretrizes do Cabeamento Centralizado de Fibra ptica(Centralized Optical Fiber Cabling)

    A proposta do TSB-72 ajudar no planejamento de um sistema de cabeamento fibert-to-the-desk (FTTD) de 62.5/125 m utilizando equipamentos eletrnicos centralizados ao contrrio domtodo tradicional de distribuio dos equipamentos a pisos individuais.As conexes da rea de trabalho se estendem conexo cruzada principal pela utilizao decabos pull-through (ligao direta), uma interconexo ou uma emenda no armrio detelecomunicaes.Usar uma interconexo entre o cabeamento horizontal e o backbone permite a melhorflexibilidade, facilita o gerenciamento e pode facilmente migrar para uma conexo-cruzada.O comprimento mximo do cabeamento horizontal especificado como 90m. A distncia docabeamento horizontal e backbone combinada com os cords da rea de trabalho, patch cords ecords de equipamento no pode exceder 300m (984ft).O sistema de cabeamento centralizado deve localizar-se no interior do mesmo edifcio das reasde trabalho a serem servidas. Todo deslocamento e mudana de atividade deve ser executadana conexo cruzada principal. Links horizontais deveriam ser adicionados e removidos no

  • armrio de telecomunicaes.Quando usado o mtodo pull-through, o cabo que passa pelo armrio de telecomunicaes ata conexo cruzada deve Ter uma contnua proteo. O comprimento do cabo pull-through deveser limitado a 300m (984ft).No projeto do sistema de cabeamento centralizado, providenciar que seja permitida a migraopara o pull-throgh, interconexo ou emenda para uma implementao de conexo cruzada.Para facilitar esta migrao, deve restar espao suficiente no armrio de telecomunicaes parapatch panels adicionais. Uma adequada folga (slack) no cabo deve restar para permitir quecabos seja deslocados at a o local da conexo cruzada.A folga pode ser armazenada por cabos ou fibras sem conectores. No preenchimento da folga,providenciar que o raio mximo das curvas do cabo no ser violado. A folga de cabo pode serarmazenada no interior ou na parede do armrio de telecomunicaes. Devem ser usadascaixas para proteger folgas de fibras pticas. Na montagem da divisria ou montagem do rack, providenciar que seja permitido futurocrescimento.Na avaliao do tamanho do backbone, providenciar que sejam permitidos futuros linkshorizontais, isto permite minimizar a necessidade por cabos de backbone adicionais. A fibra dobackbone deve ser capaz de suportar atuais e futuras tecnologia de rede. Tipicamente, soexigidas duas fibras para cada conexo da rea de trabalho. A etiquetagem do sistema de cabeamento centralizado deve seguir as exigncias especificadasna norma ANSI/TIA/EIA-606.Para assegurar a polaridade correta da fibra, o sistema de cabeamento centralizado deveimplementar a orientao A-B na rea de trabalho e a orientao B-A na conexo cruzadacentral como especificado na norma ANSI/TIA/EIA-568-A.Fibras podem ser unidas por conectores ou emendas. Estes conectores devem obedecer sespecificaes da norma ANSI/TIA/EIA-568-A. Fibras podem fundidas ou mecanicamenteemendadas, providenciar que obedea s especificaes da norma ANTI/TIA/EIA-568-A.

    incio

    Prticas Adicionais do Cabeamento Horizontal por Zonas(Additional Horizontal Cabling Practices for Open Offices)

    1. Cabeamento Horizontal para Escritrios Abertos(Horizontal Cabling for Open Offices)2. Outlet de Telecomunicaes Multi-Uso (MUTO)(Multi-User Telecommunications Outlet Assembly)3. Ponto de Consolidao (Consolidation Point)

    1. Cabeamento Horizontal para Escritrios Abertos (Horizontal Cabling for Open Offices)Um ponto de terminao horizontal (outlet de telecomunicaes multi-uso) e/ou um ponto deinterconexo horizontal intermedirio (ponto de consolidao) providncia maior flexibilidadeem layouts de escritrio aberto com moblia modular, onde so executadas freqentesmudanas. O outlet de telecomunicaes multi-uso (MUTO) e o ponto de consolidao devemestar em local complemente acessvel, localizao permanente.ndice

    2. Outlet de Telecomunicaes Multi-Uso (MUTO)(Multi-User Telecommunications Outlet Assembly)O Outlet de telecomunicaes multi-uso (MUTO) um ponto de terminao para o cabeamentohorizontal, consiste em vrios outlets de telecomunicaes no mesmo local. O cord modular seextende do MUTO ao equipamento terminal sem conexes intermedirias adicionais. Estaconfigurao permite a mudana da planta do escritrio sem afetar o cabeamento horizontal.Devem ser seguidos os seguintes passos na instalao do MUTO:

  • MUTO no deve ser instalado no teto. O comprimento mximo dos cords modulares deve ser de 20m (66ft). O cord modular conectando o MUTO ao equipamento terminal deve ser etiquetado em

    ambas as pontas com um identificador nico. O MUTO deve ser identificado com o patch cord de maior comprimento da rea de

    trabalho (cord modular). O comprimento deste cord calculado pela seguinte frmula: C = (93.6 B) / 1.2

    Am(ft)

    Bm(ft)

    Cm(ft)

    Comp. Total do canal m(ft)

    7(23)

    90(295)

    3 (10) 100 (328)

    7(23)

    85(279)

    7 (23) 99 (325)

    7(23)

    80(262)

    11(36)

    98 (322)

    7(23)

    75(246)

    15(49)

    97 (319)

    7(23)

    70(230)

    20(66)

    97 (319)

    ndice

    3. Ponto de consolidao (Consolidation Point)O ponto de consolidao um ponto de interconexo no interior do cabeamento horizontal. Oponto de consolidao executa uma ligao direta (straight-through) intermediria entre ocabeamento horizontal que parte da conexo cruzada e o cabeamento horizontal que vai paraum MUTO ou o outlet de telecomunicaes na rea de trabalho. Conexo cruzada entre estescabos no so permitidas. Um ponto de consolidao pode ser til quando reconfiguraes sofreqentes, mas no to freqentes quanto a exigncia do MUTO por flexibilidade.As seguintes diretrizes devem ser seguidas na instalao de um ponto de consolidao:

    Assegurar que a distncia total do canal de 100 metros ou menos. Os cabos do e para o ponto de flexibilidade devem ser seguramente fixados sem violar as

    exigncias do mnimo raio de curvatura. recomendado que o ponto de consolidao esteja a pelo menos 15m (49ft) de distncia

    do armrio de telecomunicaes a fim de evitar NEXT adicional devido ressonncia dolink em curto de mltiplas conexes na proximidade do armrio.

    No mais do que um ponto de consolidao e um MUTO devem ser usados no interiorda mesma rota horizontal.

    ndice

    incio